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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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O limite da paciência

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"Por qué no te callas?!"

 

 

Sabem aquele momento do dia em que, finalmente, podem pegar no vosso livro e aproveitar para ler um bocadinho, e acabam por ficar quase meia hora na mesma página, porque quem está por perto só quer conversa e nunca mais se cala? 

 

Esta poderia ter sido eu, ontem!

 

 

Os vários estádios da paciência:

"Não estavas com fome?"

"É melhor ires jantar!"

"Mas não estavas a jantar?"

"Vai lá comer."

 

15 minutos depois, ainda com vontade de conversar, e eu: 

 

"É melhor ires tomar banho."

"Daqui a pouco estás a fazer a digestão"

"Mas ainda aqui andas?"

"Vai tomar banho."

 

Nisto, já lá vai quase meia hora, e eu a ventilar...

Até que, ultrapassado o limite da paciência, saiu isto, em alto e bom som, que até as gatas se assustaram:

 

"É pah, deixa-me ler o livro!"

 

 

 

 

 

 

 

 

Intragavelmente Stressada

 

Ultimamente ando insuportável, intragável, irritada, stressada...imprópria para consumo!

E, coincidência ou não, desde aquele dia do acidente.

É que, depois do pânico, seguido do alívio de estar de volta a casa, veio a fase mais complicada.

Nomeada representante, pelo meu namorado, uma vez que estou mais habituada a estes assuntos legais, têm sido dias atrás de dias a telefonar para a nossa companhia de seguros e para a gestora de processo da outra companhia. Telefonemas para resolver o problema do reembolso de despesas de reboque e transporte, veículo de substituição, arranjo na oficina, pedir relatórios médicos, reuniões com avaliador dos danos físicos, marcação de peritagens de danos corporais...

Ou seja, um monte de burocracias que, infelizmente, têm que ser seguidas, e para as quais me disponibilizei de imediato para tratar, mas que só me fizeram lembrar mais aquilo que só queria esquecer.

Juntando a este stress, as birras da minha filha logo nos dias a seguir ao acidente, o facto de ter estado quinze dias sem poder ver o meu namorado, o stress do trabalho que não correu muito bem, e tudo aquilo que ainda tinha para fazer quando chegava a casa, consegui o cenário ideal e mais parecido com um vulcão pronto para entrar em actividade a qualquer instante!

 

 

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