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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Quando estamos habituados às pessoas

Resultado de imagem para desenhos de médico veterinário

 

É tão bom quando precisamos de algum serviço, e somos bem atendidos;

Quando quem nos atende é atencioso, prestável, e nos explica tudo de forma a compreendermos bem as coisas;

Quando esses profissionais se mostram atentos e preocupados, mas também felizes quando tudo corre bem;

É tão bom ter um desses profissionais que conheça bem a história, e siga todo o percurso ao longo das várias etapas;

 

Quando assim é, ficamos habituados e não queremos outra coisa! Neste caso, e sempre que possível, era sempre para este veterinário - Dr. Daniel - que marcávamos as consultas das nossas meninas. A última vez que falámos com ele, foi para lhe dar a notícia de que a Amora tinha melhorado da incontinência.

 

Agora que tínhamos as vacinas para marcar, liguei para o hospital e, quando me perguntaram se tinha preferência por algum médico, pedi para marcarem para esse médico.

E foi com supresa que, do outro lado, me informam que este médico veterinário tirou uma licença sem vencimento e, como tal, sem previsão de quando, ou se, voltará a trabalhar no hospital.

Habituarmo-nos às pessoas tem destas coisas. Não é que não haja outros bons profissionais no hospital, que os há. Aliás, poucos foram os médicos que não trataram, em alguma ocasião, as nossas bichanas. Mas como toda a gente, também nós tínhamos uma preferência.

 

Assim, tivemos que marcar para outro médico, um novo que está a substituir o Dr. Daniel. E, apesar de tudo, tivemos sorte porque nos pareceu também um excelente médico, com uma forma de lidar com os animais e com os donos muito semelhante ao seu antecessor.

Sendo assim, embora espere não precisar tão cedo, a haver necessidade, está eleito o próximo "doutor" da Becas e da Amora!

 

 

 

 

Adeus, Nib. Olá, IBAN!

 

Sabiam que o Nib vai deixar de ser utilizado na maioria das operações, dando lugar ao seu primo IBAN, que passará a ser a única forma de identificar as contas bancárias?
 
O IBAN (International Bank Account Number) é formado por 25 caracteres, começa por PT50 - o código que identifica Portugal no sistema bancário internacional (PT) e dois digitos de controlo (50), seguido dos 21 números do NIB, como no exemplo:

 

 

 

 

 

Para saber qual é o IBAN da nossa conta, basta ir a uma caixa Multibando, ou consultar os números de identificação através do “homebanking”, no balcão do banco ou nos extractos e cadernetas bancárias.

Os bancos já garantiram que não há motivo para preocupações, já que se encarregam de efectuar a conversão automática do NIB em IBAN pelo que, ao escolhermos a opção de transferência nacional, o PT50 já deverá aparecer, automaticamente, pré-preenchido. Caso contrário, terá de ser introduzido manualmente.

O NIB vai continuar a ser utilizado, mas apenas para transferências na rede Multibanco. Em todas as outras transferências bancárias, e débitos directos, o IBAN substituirá o NIB.

Os clientes particulares têm, por isso, de passar a indicar o IBAN das contas do ordenante e do beneficiário, que passa a ser o identificador único das contas, tendo todos os pagamentos que ser iniciados com a indicação do IBAN.

O Banco de Portugal deixa ainda um aviso aos organismos da Administração Pública e às empresas, alertando-os para o facto de se verem impossibilitados de concretizar transferências a crédito e débitos directos, se não utilizarem o IBAN como identificador das contas, e o formato ISO 20022 XML, na comunicação com os seus bancos, tendo como consequência falhas no pagamento de salários, pagamentos a fornecedores ou cobranças de bens e serviços.

Nesse sentido, devem esses mesmos organismos públicos e empresas contactar os respectivos bancos e prestadores de serviços de pagamentos, e efectuar as alterações necessárias à correcta realização dos seus pagamentos e cobranças.

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