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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Acabei de ver a quarta temporada de La Casa de Papel e...

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... que venha já o desfecho deste assalto ao Banco de Espanha porque duas temporadas à volta do mesmo, já começam a cansar, quanto mais três!

Se é para haver mais temporadas, que seja com novos planos, novos assaltos, novos recomeços, novas vidas, novas oportunidades.

 

Não é que esta temporada não tenha sido excelente, tal como as anteriores. Porque foi.

Todos eles começaram "na mó de baixo", desesperados, desnorteados, desestabilizados, desgastados, sem capacidade para pensar no que quer que fosse, com os nervos, a pressão, o fracasso, a derrota e a polícia a levarem a melhor.

Mas, uma vez "Professor", para sempre "Professor" e, com um empurrão daqui e outro dali, volta a surgir a motivação, volta a surgir a vontade de vencer a guerra, volta o raciocínio e a lógica, volta o brilhantismo e a genialidade a que já nos habituou, para tentar voltar a unir, e reunir, o grupo, e retirá-los do Banco de Espanha com vida.

Algo que, como já sabemos, não será possível para Nairobi.

 

É uma temporada que traz muitas surpresas, reviravoltas, emoções.

E se nós, público, mal ou bem, vamos conseguindo gerir ou deixar fluir estas últimas, para quem está  naquela situação, a empreender um plano daqueles e gerir um assalto, ao mesmo tempo que se deixa levar pelas emoções, é muito mais complicado.

Pode ser, como se costuma dizer "a morte do artista". Pode deitar tudo a perder. Pode levar a não ter a lucidez e a frieza necessária, ou a calma e compreensão que são exigidas.

 

Relativamente às personagens, tendo visto, pelo meio, a Zulema de Vis a Vis, é difícil não compará-la a Alicia Sierra porque, à excepção de uma gravidez e um penteado diferente, ambas são muito parecidas.

E adorei vê-la nas cenas finais de La Casa de Papel, sobretudo, quando despe a pele de inspectora, e passa a foragida, mas ainda com trunfos na manga.

 

Quanto ao Arturo, adorava que o governador o pusesse de uma vez nos eixos. É tão fácil odiar esta personagem que nos enoja, revolta, irrita, mexe com o sistema nervoso, que acho que qualquer um de nós, se pudesse, já o tinha posto fora de cena, se pudesse.

E foi tão bem merecida aquela raiva animalesca do Denver!

 

Destaco ainda a caricata turma de mineiros que chega quase no final da temporada, para dar seguimento ao plano Paris. Tal como o infiltrado Juanito.

 

E, como não poderia deixar de ser, a personagem Marselha que, nesta temporada, esteve sempre lá, onde era preciso, para tentar de todas as formas salvar o que restava do plano junto com o Professor, e voltar a pôr tudo nos eixos, enfrentando touros ou até uma dificuldade linguística, logo ele que fala uma dúzia de línguas!

 

O último episódio mostra que ainda há muito a fazer, deixa muitas situações em aberto e, sobretudo, a cena final, pode originar vários cenários na próxima temporada.

Por isso, vamos lá acabar com o assalto de uma vez por todas.

Por mim, pelo público, por eles e, acima de tudo, pela Nairobi!

Os finalistas do The Voice Portugal

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Foram ontem escolhidos, por mentores e público, os finalistas do The Voice Portugal e, confesso, fui surpreendida por algumas dessas escolhas.

A minha previsão era:

 

Equipa Diogo Piçarra

O Diogo daria mais pontuação ao Gabriel, que era desde o início o seu favorito à vitória. 

Acreditava que, apesar do apoio do público à Joana, seria o Gabriel o finalista.

Mas o público foi decisivo e deu a vitória à Joana Alegre.

 

Equipa Aurea

Era óbvio que a Aurea iria dar mais pontuação ao Gabriel de Rose, e não tive dúvidas de que seria ele o finalista.

Confirmou-se.

 

Equipa António Zambujo

Como seria de esperar, o António deu a sua maior pontuação à Carolina que era, para si, a merecedora de ir à final.

Nas últimas galas, o público tem preferido a Rita, mas não sabia se seria o suficiente para a levar à final. Acreditei que fosse a Carolina a finalista.

Mas o público escolheu a Rita.

 

Equipa Marisa

A Marisa prefere o Sebastião ao Francisco, já tínhamos percebido isso. Achei, por isso, que ela fosse dar mais pontuação ao primeiro, mas surpreendeu-me, pela positiva, ao dar essa vantagem ao Francisco. Achei mesmo que seria o Francisco o finalista.

Mas também o público me surpreendeu, e votou no Sebastião.

 

Apurados os 4 finalistas, os apresentadores anunciaram a novidade. O público poderia votar nos 4 restantes, para escolher um 5º finalista.

 

 

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas em pé

 

E aqui, mais uma vez, fui surpreendida. Acreditei que a escolha recaísse sobre o Francisco ou o Gabriel, mas foi a Carolina a eleita, para grande alegria do mentor que, na sua estreia, leva assim duas finalistas à última gala!

 

E agora, quem acham que vai ganhar?

Eu acredito que a vitória seja do Gabriel de Rose, da equipa da Aurea.

 

 

Imagens: The Voice Portugal 

A estreia de mais um The Voice Portugal

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"A edição de todas as surpresas", como lhe chamam começou com a não tão grande surpresa que é a estreia de dois novos mentores: Diogo Piçarra e António Zambujo.

E é já por eles que vou começar.

 

 

 

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Diogo Piçarra - não sei se foi por lhe ter calhado a cadeira do Mickael, ou se foi uma transmissão de vícios do tempo em que trabalharam juntos, numa outra edição, mas lá estava o já habitual carregar no botão com o pé, à Mickael!

 

 

 

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António Zambujo - foi impressão minha, ou parecia que era um educador no Jardim de Infância? Ele era "Joana come a papa...", ele era "Sebastião come tudo...", e até mesmo a forma de falar com os concorrentes, como se fossem criancinhas. Não gostei. Volta, Anselmo Ralph! Por outro lado, pareceu-me que ele está a procurar alguém com um estilo muito semelhante ao seu, o que nem sempre será fácil.

 

Aurea e Marisa, são aquilo a que já nos habituaram, tal como a Catarina e o Vasco, sem novidades (à excepção do corte de cabelo radical da Aurea que, palpita-me, outra etapa do programa já estará maior)!

 

 

Poupem-me certos comentários

Não é que não estejamos já habituados à conversa da treta mas, que t6al começarem a ser honestos, para variar?

É que vem um concorrente e não vira cadeiras porque "ah e tal, os nervos atrapalharam, desafinaste, não estavas no teu melhor...". A seguir vem outro e vira cadeiras, com os mentores a dizerem "desafinaste um pouco, é dos nervos, é normal, mas vem para a minha equipa...".

 

 

 

A participação de bandas

Em outras edições, tivemos duetos e trios a concorrer. Desta vez, a supresa é a participação de bandas.

E estou curiosa para ver como é que os mentores vão fazer a escolha entre um concorrente sozinho, e uma banda, por exemplo, nas batalhas.

Será um duelo justo?

Sendo o programa "A Voz de Portugal", o que/ quem vão avaliar na banda? Apenas o vocalista?

 

 

 

Prova cega cheia de talento e muita interacção com os mentores

Esta foi a primeira prova cega, e não podia ter começado da melhor forma, com a maior parte dos concorrentes a mostrarem grande talento.

A Marisa, que é sempre tão selectiva, já tem 5 concorrentes na sua equipa, só nesta prova cega.

Houve ainda tempo para alguns candidatos mostrarem originais seus.

Para além disso, foram vários os momentos em que os mentores subiram ao palco para cantar com os concorrentes.

 

 

 

Deolinda Kinzimba só há uma

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Mas confesso que, quando vi as imagens a primeira vez, achei que era uma segunda Deolinda que ia participar!

A mim, pareceu-me que tem que se controlar um pouco, mas compreendo que aquela música e mensagem lhe digam muito, e que ela tivesse que explodir e mandar tudo cá para fora, sabendo aquilo por que passou.

 

 

 

Menos é mais

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A Vânia deu tudo o que tinha, e o que não tinha!

E, para mim, deu até demais. Para quê tudo aquilo? Pareceu-me exagerado, muitas vezes a incomodar com tanto grito e malabarismos, como se o mundo fosse acabar e ela tivesse que mostrar tudo aquilo que sabe fazer, numa única música.

E daqui em diante, terá algo de novo para mostrar? Ou já esgotou o stock?

 

 

 

O "Rei dos Anjos"

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O Wesley conseguiu fazer-me gostar de ouvir uma música que, ouvindo noutro sítio qualquer, teria desligado de imediato.

 

 

 

A grande surpresa para mim

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A Joana tem um talento natural, toca e canta, tem personalidade, boa voz, e mostra confiança. E só tem 15 anos!

 

 

 

A "cunha" que era escusada

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Canta bem, chegou e convenceu, embora também não tenha achado que seja o "fenómeno" que apregoaram.

Ainda assim, tem mérito que chegue para se valer por si próprio. Era escusado estar a mencionar o irmão Enoque.

 

 

Destaque ainda para o Sebastião que, lá está, provou que menos é mais, de uma forma que ele nem teve noção!

E para o Vasco que, mesmo não tendo passado, me emocionou!

 

 

Imagens: The Voice Portugal

 

 

 

Está a chegar o final de Absentia...

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... e vai deixar saudades!

A segunda temporada está, sem dúvida alguma, muito melhor do que a primeira.

Com mais ritmo, mais mistério, mais acção, mais surpresas.

Deixámos aquela primeira temporada morta, em que quase adormecíamos a cada episódio, só despertando nos episódios finais, para entrar numa nova temporada que nos consegue manter alerta e intrigados.

Apesar de relacionadas, já que os acontecimentos que estão a ser vividos agora estão, de várias formas, ligados ao que aconteceu, no passado, com a Emily, estes novos episódios trouxeram uma lufada de ar fresco à série e foi, sem dúvida, uma aposta ganha da Stana Katic.

 

 

Em relação às personagens, temos uma Emily ainda mais dura, com a mesma determinação e instintos de sempre, mas ainda muito traumatizada com o que passou ao longo dos seis anos anteriores, com esse trauma a manifestar-se, muitas vezes, de forma descontrolada. 

A principal preocupação de Emily é voltar a ter uma relação com o filho, Flynn que, a determinado momento, poderá voltar a estar em perigo.

 

O Jack, irmão da Emily, tenta refazer a sua vida, voltando ao trabalho, agora como paramédico. E gera-se um conflito entre aquele que é o seu dever enquanto médido que um dia foi, os conhecimentos que tem como cirurgião e que podem fazer a diferença entre salvar ou deixar morrer uma vítima, e aquilo que, enquanto paramédico, lhe é permitido fazer.

A certa altura, ele salva a vida de uma pessoa, devido à sua intervenção atempada e precisa. Mas, quando pensa que o chefe o vai reconhecer e, quem sabe, promover, é supreendido com uma reprimenda e o aviso de que, se voltar a repetir, é despedido.

Isto gera uma enorme frustração nele, que vai ser atenuada com um novo romance.

 

Até a Alice deixa de ser a boa samaritana, compreensiva, esposa devotada. 

Após o aborto e sem qualquer apoio de Nick, ela vai virar as suas atenções para a sua própria realização pessoal, e envolver-se com outro homem, aquele que, provavelmente, seria o último com quem deveria ter uma relação.

 

Já Nick, continua com aquele papel enfadonho, frustrado no campo profissional e pessoal. 

 

A grande supresa para mim é a personagem Cal Isaac, que vai formar dupla com Emily, de volta ao FBI, na descoberta da verdade, e resolução do caso, sendo o único apoio que ela tem, a todos os níveis, sobretudo depois da morte do amante Tommy Gibbs.

 

 

Sobre a história, começamos com um atentado, passamos para uma série de assassinatos aparentemente relacionados, e com ligação ao atentado. Entre as vítimas dos homicídios, a mãe biológica de Emily.

Na família, enquanto o pai de Emily sofre um enfarto, Flynn faz terapia e o casamento de Nick e Alice desmorona-se.

Emily continua a debater-se com as memórias do passado, que podem ser a chave para o presente, sobetudo quando começam a surgir caras e nomes familiares.

Quem estará por detrás de tudo isto?

 

 

O último episódio é já na próxima terça-feira, e não faço a mínima ideia de como irá terminar a história.

Mas, assim numa reviravolta inesperada, gostava que fosse a Alice a grande vilã!

 

 

Alguém por aí acompanha a série?

Estão a gostar?

E palpites para o grande final, há?

Das férias...

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Já tinha saudades nas nossas mini viagens de autocarro até à praia, e das caminhadas da praia até ao terminal, até porque acabamos por observar cenas engraçadas e fazer parte de algumas delas!

 

Surpresas

Primeiro dia de praia, no feriado de 15 de agosto - muitos turistas a vir de férias com destino à Ericeira, e muitos outros a partir.

Entre eles estava um casal, cujo homem, a 15 minutos do autocarro sair, apercebeu-se que lhe faltava alguma coisa e foi a correr, enquanto a mulher ficou no terminal à espera. O tempo passou e já todos tinham entrado, mas nada do homem.

A mulher, lá fora, com a mala, ria-se sozinha (nervos, talvez). Mas eis que, quando já achávamos que teriam que apanhar o autocarro seguinte, lá veio ele a correr. E safaram-se!

 

Romance

Num outro dia, estava um rapaz sentado cá fora no terminal, com uns sacos ao lado, phones nos ouvidos, sozinho. Quando chegou um homem ali, pediu lume. Entretanto, foi ao interior do terminal, falar com a namorada. Voltou cá para fora, sozinho. 

Estava a falar ao telemóvel com alguém, quando a namorada veio cá fora mas, ao ver que ele não desligada e não lhe dava atenção, disse que se ia embora. Ele lá se levantou, dizendo umas asneiras pelo caminho, e foi atrás dela.

Nós observávamos, tal como outras pessoas que entretanto ali chegaram, a ver se as coisas não corriam mal, porque ela queria passar, ele punha-se à frente e segurava-lhe o braço. Às tantas, ela foi mesmo embora, e ele voltou ao sítio onde estava, nas calmas.

Quando achávamos que iria ficar ali, pegou nos sacos, disse mais umas asneiras, e só então se lembrou de correr para ir atrás da namorada! Não sei se ainda terá ido a tempo.

 

Autocarros

Dos transportes, se no ano passado me queixei, este ano fiquei admirada porque até estavam a sair à hora certa, e a cumprir.

Houve uma tarde em que faltavam 10 minutos para o autocarro passar, e íamos descansadas para a paragem, quando vemos um autocarro a passar.

Ficámos admiradas, por vir adiantado. Não é costume.

A paregem seguinte é a poucos metros, e vimos que havia imensa gente para entrar, pelo que demos uma corrida a ver se tínhamos sorte. Conseguimos, mas estava a abarrotar, e tivemos que ir em pé.

Ao questionar o motorista por vir tão cedo, percebi que, afinal, este autocarro não era o que nós íamos apanhar, mas sim um anterior, que já estava atrasado!

Resultado, todos os que estavam à espera do seguinte, caíram no mesmo erro que nós, e o autocarro ia à pilha. O motorista nem teve o discernimento de informar as pessoas que esperassem pelo próximo.

 

 

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O mar

Na maior parte dos dias, apanhámos o mar calmo, quase tipo rio, e temperatura da água amena, em comparação com outros anos.

Talvez por isso, se nos primeiros dias a água estava limpa, nos seguintes já se notava lixo e sujidade na água.

Não houve marés vivas neste mês de Agosto, pelo menos que eu me tenha apercebido, o que raramente acontece.

 

O tempo

Na maior parte dos dias, sol quente em Mafra, encoberto na Ericeira!

Safámo-nos uns 4 dias nesta praia. Numa tarde em que fomos a Carcavelos, saímos de lá com tempo de verão, e chegámos a Mafra com tempo de inverno.

Tivemos que aproveitar dois dias nas piscinas de Mafra, para compensar.

 

A piscina

Apercebo-me, a cada ano, que prefiro a praia à piscina. Mais ar puro, mais espaço, mais natureza, menos pessoas. Gosto da piscina se estiver frio lá fora, e souber bem aquele quentinho do sol, sem escaldar e obrigar a ir à água.

Gosto especialmente da piscina ao final do dia, quando começa a esvaziar.

 

A praia

Adoro praia mas, talvez porque o tempo também já não é o que era, já não sinto aquela vontade de ficar até tarde na praia. 

Prefiro sair um pouco mais cedo, despachar-mo-nos cedo em casa, e ainda aproveitar o resto do dia/noite para ver um pouco de televisão ou ler um livro, e fazer companhia às felinas da casa.

 

As gatas

Só querem mimos, colo, companhia. Onde nós estivéssemos, ali estavam elas, a dormir, a receber festinhas, a matar saudades e aproveitar que as donas estavam ali mais que o habitual.

 

O sono

À excepção de um ou dois dias em que dormi até mais tarde, o meu horário de acordar nunca passava das 8 da manhã. Acho que o meu organismo não gosta de muitas horas de sono, e despertava automaticamente a essa hora. E se não fosse ele, as gatas também não deixavam escapar.

 

Uma patinha aqui, um puxão de cabelos ali e, se não funcionasse, começavam à bulha uma com a outra, para me fazer levantar.

Claro que, depois, no resto do dia, andava cheia de sono!

 

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