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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Reflexão do dia: Problemas

Como resolver problemas?

 

Se não queres ter problemas, não os procures, não vás atrás deles, não te envolvas neles.

 

Já basta os que vêm ter connosco sem estarmos à espera, e que somos obrigados a resolver. Não precisamos de correr atrás deles, para depois ali ficarmos presos, sem saber como sair deles, como numa teia de aranha em que, quanto mais nos tentamos desenvencilhar, mais nos enredamos.

Nenhuma dependência é benéfica, seja ela qual for

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Criar uma dependência é fácil. Difícil, é livrar dela!

Normalmente, as dependências começam para colmatar a falta de algo, para responder a uma necessidade imediata, para tentar solucionar, provisoriamente, uma situação mais difícil pela qual a pessoa esteja a passar.

E, naquele momento, funciona.

Mas, com o tempo, deixa de ter o efeito inicial e desejado, e então é preciso mais, e mais. E quanto mais dependentes nos tornamos, piores ficamos, e mais queremos, num círculo vicioso que não augura bom futuro para ninguém.

É como andar constantemente a tapar um "buraco" com remendos, sendo que, apesar disso, vai ficando cada vez maior e mais difícil de cobrir por inteiro.

Sejam drogas, álcool, medicamentos, alimentos, jogo, ou até mesmo dependência de outras pessoas, a partir do momento em que a pessoa se torna dependente, nunca mais poderá dizer que está tudo controlado, porque esse aparente controlo é falso, e depressa se transforma em descontrolo que pode pôr em causa o trabalho, as relações com os outros, e até a própria vida.

Aqueles que ainda não entraram na teia da dependência, têm que ter um cuidado extra para lhe escapar.

Já os que já foram apanhados por ela, precisarão de muita ajuda para se conseguirem desemaranhar, sem sequelas, e voltar a ter uma vida normal.

 

 

A "bola de neve" dos créditos

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Seja por culpa da actual crise, por ambição, má gestão ou outra qualquer razão, muitos portugueses se encontram endividados, com créditos por pagar, e alguns até insolventes.

Como tudo começa?

Bem, os ordenados costumam satisfazer as necessidades básicas, mas há momentos em que precisamos de mais. Se não temos, temos que encontrar forma de o conseguir. A opção mais fácil é recorrer a um crédito.

Este não é um post contra os créditos, ou contra quem os contrai porque deles realmente necessita, mas sim uma chamada de atenção para os riscos que existem quando a eles se recorre. Contrair um crédito é quase como experimentar um cigarro, ou droga, pela primeira vez. Há os que se ficam por essa primeira vez. Há os que tornam a experimentar, ocasionalmente, de forma controlada. Mas também há os que gostam da sensação, da facilidade de ter dinheiro na mão e se tornem viciados. Esse, sim, é o grande risco! 

Pede-se um crédito para determinado fim. Entretanto, surgem outros problemas e pede-se outro. Mas duas prestações são difíceis de pagar, por isso, pede-se um outro crédito para pagar os dois anteriores. E, assim, se vai formando uma autêntica bola de neve que pode dar mau resultado. Quando se dá por isso, já estamos tão enredados nessa teia de créditos que não sabemos como dela sair.

As tentações apresentam-se sob as mais variadas formas: cartões de crédito dos respectivos bancos, entidades financeiras, cartões de crédito associadas a superfícies comerciais, empréstimos bancários, etc.

E nem precisamos de nos esforçar muito porque publicidade é o que não falta. Publicidade, facilidades para atrair e promessas de solução para todos os problemas. No entanto, nem sempre é a solução do problema, mas sim o começo dele.

Como disse, não tenho nada contra os créditos. Já recorri a eles algumas vezes porque compensava. E, muitas vezes, são mesmo a única hipótese que uma pessoa tem. 

Mas é importante ter em conta a prestação que se vai pagar, tentar sempre cumprir, e evitar recorrer, simultaneamente, a outros créditos se se souber que, à partida, não se vai conseguir pagar.

Acho que o "segredo" está mesmo em pensar, analisar e medir prós e contras antes de agir, ao contrário de muitos, que agem primeiro e só depois pensam nos erros que cometeram, quando já é tarde demais para voltar atrás.