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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A "morte" de um blog é inevitável?

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Quem por aqui anda, na blogosfera, decerto já se deparou com blogs que surgem, blogs que ficam parados no tempo, blogs que desaparecem ou até blogs que encerram as portas definitivamente.

Muitos dos mais antigos, provavelmente, já não existem. Alguns deles, deram lugar a novos blogs. Outros, ficaram por ali.

E não vemos isso só em relação aos mais antigos. Também acontece a alguns dos mais recentes.

Seja porque o tempo para o autor se dedicar ao blog passou a ser menor, ou inexistente, porque o blog tinha um determinado objectivo que, entretanto, foi cumprido e não se justifica mantê-lo, porque o interesse dos leitores passou a ser menor e, consequentemente, o interesse do autor também, porque se esgotaram as ideias ou temas de conversa, porque as expectativas ficaram aquém do esperado, ou por quaisquer outros motivos que só os autores dos mesmos saberão.

 

Mas, será que os blogs têm mesmo um prazo de validade? Um início, um meio, e um fim? Uma data limite?

 

O que é certo é que, por outro lado, ainda vamos encontrando alguns resistentes, que se adaptam aos novos tempos, a novas fases de vida, a novos interesses, que vão passando por metamorfoses e reinventando-se, mostrando que estão para ficar e continuar.

Até quando, só eles saberão...Ou não...Para quê pensar no futuro, se ainda estamos no presente?

Ainda assim, fica a pergunta:

 

 

Será a morte de um blog, mais cedo ou mais tarde, inevitável?

 

De onde vem a inspiração?

 

A inspiração pode vir de tudo o que nos rodeia, até das coisas mais insignificantes e que podem, muitas vezes, passar despercebidas.

Ela pode vir de uma música, de um filme, de um livro, de uma frase, de uma palavra, de uma atitude, de uma notícia, de um acontecimento, de uma imagem.

Pode estar num simples objecto, numa flor, num animal, num desconhecido, num amigo, num familiar.

Pode vir dos nossos pensamentos, dos nossos sonhos, dos nossos desejos.

Mas nem sempre a conseguimos encontrar. Ela continua presente, mas nós não a vemos.

Há dias assim, em que por mais que queiramos escrever, não nos surge nenhuma ideia, nenhum tema, nada de nada. Sabemos que ainda há muito para escrever, que temos muito mais para escrever e desenvolver, mas falta a peça principal - a chave para desbloquear a nossa escrita - a inspiração.

Onde e como a conseguimos encontrar? Não faço ideia!

Mas sei que, quanto mais a procuramos, menos a encontramos. A maior parte das vezes, o "click" na nossa mente surge quando menos esperamos!

É uma questão de continuarmos a viver o nosso dia a dia com o espírito aberto, e esperar que a nossa mente se ilumine!

 

 

 

 

 

Comentar ou não comentar, eis a questão?

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No outro dia, em conversa com o meu marido, a propósito de uma amiga minha que visita diariamente o blog, mas nunca comenta, dizia ele: "pois, é como eu"!

E apresentou a sua explicação - para ele, é mais fácil comentar um texto com o qual discorda, do que um que reflecte aquilo que ele também pensa, e com o qual está de acordo.

Será que muitos pensam desta forma? Qual é, afinal, a teoria dos comentários (se é que há alguma)? Existe alguma lógica?

O que leva um visitante a deixar o seu comentário a um texto, ou imagem, no blog de alguém? 

Eu, normalmente, comento textos cujo tema me interessa, que não me deixam indiferente, aos quais acho graça, com os quais estou plenamente de acordo, e também aqueles que transmitem algo com o qual não concordo.

Quando comento gosto de, com a minha opinião, acrescentar um pouco daquilo que sei, ou pelo qual já passei, ao que já foi exposto. Gosto de trocar ideias, experiências, transmitir palavras com sentido, que ajudem, completem ou façam os autores ver algo sob uma perspectiva diferente.

Raramente comento quando os posts não têm conteúdo, quando são demasiado extensos ou escritos com linguagem excessivamente rebuscada. Raramente comento quando não estou por dentro dos temas, ou quando não me dizem nada. Se comento blogs que visito pela primeira vez? Sim. Se me identificar com eles.

Mas há quem não se sinta à vontade. Quem não tenha vontade de escrever e não se queira dar ao trabalho de comentar. Há também aqueles que são tão rápidos a passar pelos blogs que nem saberiam sobre o que se escreveu, quanto mais comentar. Há quem tenha vergonha. Há quem ache que é uma intromissão. Há quem considere que é preferível guardar a sua opinião para si, já que ninguém a pediu. Há quem desista de comentar se tiver que inserir códigos e afins para validar os seus comentários. E há quem não comente por não se identificar minimamente.

Por outro lado, há quem comente só para não estar calado. Há quem comente apenas para criticar, para ser do contra, para angariar futuros visitantes, para promover os seus próprios blogs. Há quem comente sem nada dizer, sem acrescentar nada, sem saber sequer do que se fala mas achando que é entendido no assunto.

E já me aconteceu ler um texto, em que apenas uma frase me saltou à vista mas, por ser uma situação delicada, e porque não era minha intenção criticar mas, ao mesmo tempo, era algo que eu não considero muito normal, ficar na dúvida. Como expor o meu ponto de vista sem parecer intrometida ou com a mania da verdade? 

Assim sendo, comentar ou não comentar, heis a questão?

Quanto a vocês, não sei, mas aqui no Marta - O meu canto, os comentários são sempre bem vindos, desde que não venham carregados de falta de respeito ou veneno, ou que não consistam, simplesmente, em links de outros blogs. Porque se quiserem dar a conhecer um determinado blog, ao comentar, já estão a fazê-lo. O espaço destinado aos comentários não é, propriamente, uma plataforma de publicidade e divulgação de novos blogs.   

Fora isso, venham de lá eles!

 

 

O que é que nos faz gostar (ou não) de um determinado autor?

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Acho que, em primeiro lugar, é preciso ter interesse nos temos abordados pelos autores dos livros, e gostar da forma como esses autores escrevem e nos transmitem a mensagem.

Mas nem sempre isto é suficiente. Muitas vezes estamos a ler um livro e pensamos que é apenas "mais do mesmo", o que nos leva a não ter vontade de ler mais nenhum livro desse autor, porque já sabemos do que vai falar. Isso já me aconteceu.

Com Augusto Cury, por exemplo, em que fixei os conceitos e ensinamentos focados em 2 ou 3 livros, e bastou. Ou, por exemplo, com Casey Watson, sobre as famílias de acolhimento de jovens em risco. Li "O Menino que Ninguém Amava" e gostei muito. Mais tarde, vi outros livros da mesma autora à venda, mas não tive vontade de os comprar.

No entanto, noutros casos, esse é um factor determinante para eu querer "devorar" os livros de outros autores como, por exemplo, Julia Quinn, Lesley Pearse, Jeff Abbott, Nicholas Sparks, Sandra Brown ou, mais recentemente, Nora Roberts.

Já sei, à partida, com o que conto quando compro um livro de um destes autores. Já sei que, embora as personagens e a história central mudem, a base é a mesma. É por isso que os quero ler! É isso que me faz gostar deles.

E se, por algum acaso, um autor sai do seu registo habitual e se aventura em terreno desconhecido, podemos não gostar muito da mudança. Também pode acontecer o contrário, mas é sempre um risco.

Há ainda aqueles autores que se destacam por um determinado livro, e ficamos por aí. 

É difícil encontrar um motivo específico para justificar as nossas escolhas, mas penso que um dos segredos para mantermo-nos fiéis a determinados autores é o facto que, a cada novo livro, mesmo que seja mais do mesmo, acrescentar algo de novo, e não decepcionar os leitores. 

 

 

 

 

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