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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Podem pedir ao tempo para não ter pressa?!

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É verdade que o tempo parece nunca se mover à velocidade que gostaríamos.

Ora parece estar a andar lentamente, quase parado, quando queríamos que ele passasse mais depressa, ora desata numa correria, quando queríamos que ele abrandasse, para prolongar aqueles momentos que estamos a gostar tanto.

Mas, de uma forma geral, e de há uns tempos para cá, tenho a sensação que o tempo nos anda a fugir pelas mãos, a escapar-se por entre os dedos, cheio de pressa de chegar não sei bem onde.

Não são apenas as horas do dia que não chegam para tudo o que gostávamos de fazer. Os próprios dias estão a voar à frente dos nossos olhos, e a rir-se de nós.

Ainda no outro dia estava a respirar de alívio, por ter terminado mais um ano lectivo. E já falta pouco mais de um mês para iniciar o próximo, o que significa que, num piscar de olhos, passaram-se dois meses.

Ainda no outro dia estava ansiosa para entrar de férias. Veio a semana de férias, passou num ápice. E já o meu marido esteve 3 semanas de férias e voltou a trabalho. Mesmo a trabalhar, vi essas semanas passarem num estalar de dedos.

E eu, que estou a pouco mais de uma semana de gozar mais alguns dias de férias, dou por mim a desejar que o tempo não corra tanto, porque isso significa que, quando der por mim, já estou de volta às rotinas por mais um ano.

Sim, acho que é o primeiro ano que não quero que as férias cheguem rapidamente, e que dou por mim a pensar que o tempo poderia parar ali próximo durante uns tempos.

Claro que isso não é possível mas podem, pelo menos, pedir ao tempo para não ter tanta pressa de fugir de nós, e de nos roubar tempo quando mais precisamos dele?!

Agosto chegou e trouxe consigo o verão!

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Finalmente!

Agosto chegou e trouxe, com ele, o verão até Mafra.

Finalmente, um dia de sol e céu totalmente limpo.

Finalmente, um dia com temperaturas de verão.

Finalmente, um dia em que já se procura a sombra, para refrescar, e não o escasso sol, para aquecer.

Finalmente, um dia em que já se anda bem com roupa de verão, e conseguimos largar o casaco.

 

Bem vindo, Agosto! Não fujas, verão!

Temos que matar saudades, e o tempo começa a escassear, por isso, dá-nos essa alegria!

 

Quando não tem que ser, não é mesmo!

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Segunda-feira, 9 de julho:

Primeiro dia de férias, com a filha em casa doente, com uma otite.

Tempo totalmente encoberto, que se prolongou até 5ª feira, tendo o sol apenas feito uma aparição temporária na sexta, dia em que já pudemos sair à rua.

 

Segunda-feira, 16 de julho:

Primeiro dia de trabalho, com a filha já em forma, e o sol a brilhar num lindo céu azul.

Devo ter sido muito má nas minhas outras vidas!

Nunca digas "nunca"

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É incrível a facilidade com que, muitas vezes, expressamos de forma tão rápida, e sem direito a discussão, as nossas convicções e posturas, sobre determinadas situações que ocorreram a outras pessoas.

“Eu não…”, “Eu nunca…”, “Comigo nunca…”, “A mim não…”, “um filho meu nunca…”.

 

Depois, vemo-nos a passar exactamente pelas mesmas situações e, não raras vezes, com a mesma facilidade com que antes manifestámos essas convicções, vemo-las, nesse instante, a cair por terra!

Porque, como eu sempre digo, é muito fácil falar quando estamos de fora. Mais difícil é quando estamos dentro.

 

Mas esse abandono das convicções anteriormente manifestadas não significa que tenhamos estado errados antes, ou que estejamos a errar agora.

É com a vida, e com as experiências, que aprendemos, e é essa aprendizagem que nos leva a reflectir melhor, e a optar por uma postura diferente perante as situações.

Na vida, nem tudo é preto ou branco. Há uma infinidade de cores. Não existe apenas o sim e o não, ou é ou não é. Existem outras opções. E é, muitas vezes, nesse meio termo, que encontramos o equilíbrio!

 

Cabe-nos a nós agir com alguma flexibilidade e adaptação ao mundo em que vivemos, e à era em que estamos por cá. Sem deixar de lado a responsabilidade, os nossos valores, e tudo aquilo em que acreditamos, pondo-nos no lugar dos outros e seguindo o nosso coração, saberemos exactamente como devemos agir, e podemos ter a certeza que, resultando ou não, essa será a melhor forma de ter a certeza de que estamos no bom caminho, e não nos devemos condenar por agir dessa forma.

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