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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Detesto chuva!

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Que belo Verão de S. Martinho aqui está. A chuva não dá tréguas.

E eu detesto chuva.

 

São as janelas que não se podem abrir. É o chão da entrada que está sempre molhado, por conta de guarda-chuvas e casacos a pingar.

É a roupa que não se pode estender, e tem que secar na máquina.

 

É não poder andar na rua à vontade, sem levar com chuva. É o calçado que não está preparado para grandes chuvadas. As calçadas estragadas que acumulam poças de água e não sabemos onde pôr os pés. E o vento, que vem sempre a acompanhar.

Detesto chuva.

 

Principalmente, quando chove mesmo nos momentos em que temos que ir à rua. Quando chove sem parar, e sem dar sinal de querer parar.  

Quando temos que andar de guarda-chuva, e ainda esperar que os carros passem, para depois passarmos nós, porque não há espaço, ou porque nos arriscamos a um banho extra.

 

Detesto chuva

Sobretudo, quando sentimos que quase não conseguimos respirar.

E quando vem o nevoeiro, que ainda torna o ambiente mais pesado.

Detesto chuva, quando me deixa de mau humor, e me leva as boas energias com ela.

 

Gosto de chuva... quando estou em casa, à noite.

Quando sei que não tenho que sair para a rua.

Quando sei que vem um aguaceiro mas, depois, dali a pouco, o sol volta a aparecer e a dar tréguas.

 

Mas hoje, agora, não.

Estou com a neura, por conta dela.

E só me apetece mandá-la a um sítio que eu cá sei!

 

Já vos disse que detesto chuva?!

Nem sempre, mas hoje sim!

 

Balanço de um fim de semana prolongado

E lá se foi um fim de semana prolongado, em que pouco se fez, e ainda menos se aproveitou.

Por entre compras de material escolar, arrumações e uma celebração do aniversário do meu pai diferente do habitual, com o meu sobrinho a recuperar de uma cirurgia, com o tempo a não ajudar à praia nem a grandes passeios, lá houve tempo para ver um filme, e para uma saída imprevista, que deu para desanuviar.

 

 

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Na quinta-feira, comprámos o material escolar para o novo ano lectivo, como sempre, sujeito à aprovação da D. Becas.

O resto do tempo foi aproveitado para descansar e estar com as bichanas.

 

Sexta-feira, dia de férias com o qual não estava a contar, fomos comprar as coisas que faltavam e, à tarde, tirar tudo o que era do ano passado, para colocar a jeito o que vai ser para este ano.

O mais difícil é tentar arranjar mais espaço de um lado, sem ocupar do outro, trocando o sítio das coisas, mas mantendo-as todas na mesma!

 

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Foi por entre arrumações, ao tocar sem querer na placa alisadora da minha filha, que ganhei de presente esta queimadura!

 

 

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No sábado, vimos o filme "Juntos Para Sempre 2", a continuação da história do cão Bailey, que agora terá como missão tomar conta da pequena CJ, privada de estar com os avós, por uma mãe que pouco ou nada quer saber da filha.

Até ao dia em que o destino o juntar definitivamente ao seu companheiro Ethan.

E, depois de uma cena ao género "E Se Fosse Consigo", demos um saltinho à Ericeira, onde esperámos em vão, por um fogo de artifício que chegou tarde, e acabámos por não ver.

Para finalizar, um domingo entre televisão e lides domésticas, com a promessa de uma semana de férias não muito melhor.

 

Aquele momento em que...

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... achamos que está tudo pronto e organizado e, quando vamos ver, falta qualquer coisa, temos que fazer de novo e o tempo está em contagem descrescente!

 

 

No dia anterior preparei tudo. Só faltava registar e imprimir no dia seguinte. Coisa rápida. 

Seria algo simples, feito com calma e com tempo.

No dia seguinte, percebo que não encontro os ficheiros, ou encontro, mas afinal ficou um gravado em cima de outro, e agora falta um deles.

Já não tenho assim tanto tempo. A coisa começa a complicar. A pressão a aumentar.

É preciso repetir trabalho e, já se sabe que, com pressa, pode sair ainda mais asneira.

 

 

No final, depois de tudo concluído, descobri aquilo que não encontrei na altura! 

Há 3 dias de férias, e ainda não vi o sol!

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Alguém o viu por aí?

É que aqui deste lado, estou há 3 dias de férias, e nem sinal dele!

 

 

Na segunda, encoberto e vento.

Ontem, chuva.

Hoje, novamente encoberto e um vento gélido.

 

 

Portanto, estou há 3 dias de férias e parece-me que, em vez de gastar protector solar, vamos esgotar o stock de bebidas quentes, sentadas no sofá, com uma mantinha e as gatas ao colo para nos aquecer.

Só falta mesmo a lareira!

 

Estava no outro dia alguém admirado por me ver com um casaco de inverno, quando eu lhe respondi: "Mas já chegou o verão? É que ainda não dei por ele!"

 

Manual de boas maneiras na fila para as ATM's

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Quem nunca esteve na fila de espera para utilização de uma caixa de pagamento automático, e começou a ficar impaciente, porque a pessoa à nossa frente está a fazer mil e uma operações, e nunca mais se despacha e deixa a máquina disponível para o próximo?

 

Seja porque estamos a ver o tempo a passar e ainda nos vamos atrasar, seja porque só tínhamos uma operação rápida para fazer, e era num instantinho, ou por outro motivo qualquer.

 

Mas só temos duas hipóteses: ou esperamos a nossa vez, ou procuramos outro ATM.

 

 

E quando a situação é inversa?

Quando estamos a fazer as nossas operações, e percebemos que, quem está na fila à nossa espera, está a bufar de impaciência, e desejando ver-nos fora dali?

Não têm essas pessoas que esperar, também, a sua vez? Ou procurar outro local menos movimentado?

 

 

Existe algum manual de boas maneiras para situações como esta?

Estava o meu marido, no outro dia, a fazer umas transferências e pagamentos habituais, depois de ter deixado passar uma pessoa à frente, quando começa a ouvir reclamar:

"Isto assim não pode ser. Nunca mais saímos daqui. Se tem muitas operações para fazer tem que dar a vez aos outros." e outras frases do género.

 

 

Desculpem?

Dar a vez, só porque estamos a levar mais tempo do que queriam?

E quem nos garante que a pessoa a quem damos a vez será mais rápida? Que não tem, também ela, várias operações para fazer, e irá demorar o mesmo ou mais tempo que nós?

E é suposto dar a vez a quem? À seguinte na fila, ou a todos os que estão na fila, que não têm tempo para esperar, mas que não se incomodam de nos dizer para esperar, quando estamos na nossa vez? 

 

 

Para mim, é muito simples: se estou na minha vez, a efectuar as minhas operações normalmente, não vejo lógica em interromper para dar a vez a quem está atrás de mim, e ficar eu à espera na fila, para fazer o resto depois.

No entanto, se por algum motivo, estiver com algum problema em realizar as operações, ou me faltar dados, ou tiver que ligar para alguém, aí sim, tem lógica que desocupe a máquina e dê a vez a outros, até ter tudo o que preciso, e tentar novamente, quando voltar a chegar a minha vez.

 

 

E por aí, já vos aconteceu estar am algum dos lados? 

 

 

 

 

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