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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Scream - Estou viciada nesta série

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Há muitos anos atrás, em Lakewood, ocorreu um massacre que teve, como principais protagonistas, Brandon James e Kevin, o primeiro como suposto assassino de um grupo de jovens, e o segundo como único sobrevivente desse massacre. A causa seria a obsessão por Daisy, de quem gostava, mas que namorava com Kevin. Brandon James foi morto por policiais, e nunca ninguém soube nada sobre Daisy.

 

Anos mais tarde, após ser publicado e partilhado por um grupo de amigos, um vídeo de uma das suas colegas de turma em cenas íntimas com outra rapariga, a principal responsável por esse ataque de cyberbullying, Nina, é assassinada.

Este é apenas o início de uma onda de crimes, que vai desvendar vários segredos, dos vários protagonistas, com especial impacto nas vidas de Maggie e Emma Duval, já que o assassino afirma que Maggie esconde o seu passado da filha, e que Emma vai ter que jogar o seu jogo para evitar a morte dos amigos, e descobrir toda a verdade.

 

“A jovem Emma começa a ser perseguida por um misterioso assassino, na pacata cidade de Lakewood, e fará de tudo para descobrir sua identidade. Enquanto isso, ela terá que lidar com a descoberta de segredos do passado de sua mãe, enquanto todos os seus amigos estão sendo perseguidos pelo misterioso assassino, que diz saber de todos os seus segredos e mentiras, prometendo revelar toda a verdade para Emma quando chegar a hora do "grand finale".”

 

No final da primeira temporada é revelada a face do assassino que, depois de explicar as suas motivações, reserva ainda uma surpresa para a protagonista, que não chegará a contar.

 

 

 

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A segunda temporada começa com os sobreviventes do massacre a tentarem recompor as suas vidas e voltar à normalidade, algo que se vai revelar difícil, porque o assassino está de volta. Serão meras alucinações causadas pelo trauma que os afectou, ou seria essa a surpresa não revelada: a existência de um cúmplice, que quer agora continuar o trabalho começado, e vingar a morte do parceiro de crime?

Depressa se percebe que, tão cedo, “Os Seis de Lakewood” não vão ter paz, já que uma nova onde de crimes ocorre. Nesta segunda temporada, passamos a desconfiar até daqueles que parecem menos inofensivos, para além dos demasiado óbvios.

No fim da temporada, ficamos a conhecer o rosto do segundo assassino que, ao contrário do primeiro, acaba por ser preso e julgado pelos crimes, sendo condenado a prisão perpétua.

 

Enquanto não estreia a terceira temporada, foram gravados dois episódios especiais de Halloween, que começam com várias questões.

Alguém telefona para o assassino, com a desculpa de ser o seu advogado, e pergunta-lhe "quem te autorizou a utilizar a minha máscara?".

Mais tarde, alguém com a máscara dos assassinos liberta-o da jaula em que estava a aguardar a saída do tribunal. O assassino diz "Cumpriste a tua promessa. Agora, posso saber quem és?", A resposta não tarda: o assassino é assassinado!

 

E, para além de todas as pontas soltas e histórias mal contadas, a par com motivos pouco credíveis como motivação deste segundo assassino para cometer os crimes, fica agora em aberto a hipótese de este segundo assassino também ter um cúmplice, ou ter agido a mando de alguém. E quem será esse alguém?

Talvez as respostas se encontrem na terceira temporada...ou talvez não!

 

 

A minha filha já tinha visto esta série no ano passado, na Netflix, e andava viciada. 

No outro dia, lembrou-se de ir rever comigo, e também eu fiquei viciada.

E agora, é ver-nos a debater as mais diversas teorias sobre quem é quem, e quem está por detrás de tudo isto, não muito convencidas com a história, da forma como nos é apresentada.

 

 

 

 

O novo centro de saúde da vila está agoirado

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E as culpadas somos nós, eu e a minha filha, que todos os dias por ali passamos e assistimos à sua construção de raiz e, à falta de melhor entretimento para os 10 minutos de caminhada, nos pomos a analisar a obra, de uma perspectiva muito sinistra, quase argumento para filme de terror!

 

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A primeira coisa que salta à vista é o "precipício da morte". A determinada altura, o terreno onde se vai situar o centro de saúde sofre um corte abrupto em altitude, sendo que imediatamente em baixo existem árvores e um riacho que por ali corre. Há sempre a hipótese de enforcamento ou afogamento, ou a simples queda de um primeiro andar.

 

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A essa vala, que faz lembrar as trincheiras da guerra onde os soldados se abrigavam para se proteger e, ao mesmo tempo, facilitar o ataque ao inimigo, tal como nos recordou as valas comuns, onde os cadáveres eram enterrados em massa, chamámos de "vala dos mortos".

 

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Depois, há a "varanda do suicídio", nome dado pela minha filha a uma zona que mais parecia uma varanda do que a entrada para o centro.

 

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Do lado de fora, junto uma parte da construção, vimos uma enorme saca branca, atada, a que apelidámos de "saco dos mortos".

 

O próprio centro de saúde ficará a pouca distância do cemitério local.

 

Ainda não conseguimos visualizar o edifício, tal como aparece na fotografia. Não se consegue distinguir onde será a entrada, e como irão os carros para lá, com tão pouco espaço de terreno, até à dita vala. Também a rotunda não sabemos se ficará em pleno riacho, ou do lado inverso.

Mas conseguimos visualizar os utentes a serem assombrados por espiritos malignos, que os levarão a cometer loucuras!

E, a determinado ponto, de tanto que já agoirámos o centro de saúde, até ficamos com receio de lá entrar, não vá o diabo tecê-las!

 

Cena de terror logo pela manhã!

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Dirijo-me à sala para limpar a caixa de areia das gatas. Quando me volto, vejo uma aranha no braço do sofá, em frente a mim.

Era castanha, quase bege, gorda e com aspecto duvidoso.

Fiquei ali parada, tal como ela, a olharmos uma para a outra, olhos nos olhos (a bem da verdade, nem sequer lhe vi os olhos, mas vamos fingir que sim, para deixar aquela tensão no ar)! 

 

Enchendo-me de coragem, pego na pantufa que tinha no pé, e avanço para ela, para lhe dar uma tareia tão grande que já não se possa levantar. Ao lhe dar com a pantufa, o raio da bicha salta, e deixo de a ver. Não está na sola da pantufa. Será que tinha asas? Ou abriu o páraquedas sem eu dar por isso.

 

Mas não. Afinal, tinha caído no chão, toda enrolada. Fui num instante à cozinha buscar a pá e a vassoura, para a tirar dali. A Becas ficou a tomar conta da intrusa, que ainda esperneava quando voltei. Levou uma pisadela, e atirei-a para o meio da rua.

 

Cenas de terror logo pela manhã não são para o meu coração. Acho que tremi mais com a visão da aranha, que no outro dia, com o sismo!

Coraline: um filme de animação de terror?!

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Quando vi a história do filme, acho que não me apercebi bem do que se tratava, e lembro-me de ter pensado que era um bom filme para ver. 

Nunca cheguei a vê-lo, durante todos estes anos, mas no domingo passou na televisão, e achei que seria boa ideia vermos os três, no final do dia, para descomprimir dos estudos e trabalho rotineiro de fim de semana. E, assim, sentámo-nos os três na sala, nós duas com as bichanas ao colo a dormir, para uma sessão de cinema infantil.

A minha filha, que agora está na fase dos filmes e séries de terror, não estava lá muito entusiamada, mas depressa mudou de atitude, ao ver que aquele filme era puro terror, só que em formato de animação!

 

Embora tenha sido considerado um grande filme para todas as gerações, tenha angariado várias críticas positivas, e transmita uma importante mensagem, para mim, foi um filme que não me inspirou, de todo. E que não recomendo a quem que não tenha um gosto específico por este género de ficção.

Mais, sendo um filme de animação que era suposto ser para crianças, não recomendo. Os mais novos são bem capazes de ter pesadelos!

 

Destaco a personagem do gato, que tem um papel extremamente importante na história e consegue, mesmo quando não fala, transmitir aos espectadores os seus sentimentos e emoções.

De resto, tirando mesmo a moral da história, achei um filme uma grande "seca", e arrependi-me de ter sugerido desperdiçar o nosso precioso tempo com ele.

A Experiência Belko

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Um filme não aconselhável a pessoas sensíveis a sangue!

 

Começamos a ver o filme e pensamos "uau, também quero um emprego assim, com direito a carro, apartamento, e outras regalias"!

De resto, colegas simpáticos, outros meio malucos e, como não podia deixar de ser, algumas "ovelhas negras".

A empresa fica na Colômbia, isolada, tendo apenas a rodear campo e algumas vacas a pastar.

O que se faz nesta empresa? A que é que se dedica?

 

Num dia normal, como outro qualquer, estão todos a chegar ao trabalho mas, desta vez, os guardas são novos, e estão a mandar de volta para casa os nativos, deixando apenas seguir os restantes funcionários. Uma nova colega inicia o seu trabalho naquele dia.

Leandra sente-se incomodada com o assédio de um colega, mas logo se esquece, quando chega o namorado, Mike, apenas interrompidos pelo chefe, que disfarça.

 

 

Tinha tudo para ser um dia normal, mas não o será!

De repente, ouvem uma voz que lhes diz que têm que jogar o jogo e seguir à risca as regras,se quiserem sobreviver. A edifício é, automaticamente, fechado com metal que impede qualquer um de sair, e quem quer que queira entrar.

A primeira etapa consiste em matar 3 colegas de trabalho, ou morrerão 6 deles. Ninguém acredita, pensando tratar-se de uma piada. O chefe tenta manter a calma, evitar o pânico entre os funcionários e minimizar a situação. Até que começam as primeiras mortes. No início, pensam que serão balas, mas depressa percebem que o que os matou foi algo no interior - o chip que lhes colocaram ao entrar na empresa, e que afinal é uma bomba.

 

Mike, mostrando um enorme sangue frio, tenta tirar o seu próprio chip, mas é obrigado a parar, sob pena de o fazerem explodir.

As pessoas começam a entrar em desespero, e aqueles que deveriam ser mais sensatos, são aqueles que vão tentar salvar a sua própria pele, nem que tenham que matar até os que lhes são mais próximos.

 

A última etapa do jogo, agora que a maior parte dos funcionários está morta, consiste em acumular mortes. Aquele que tiver mais mortes no seu "curriculo", vence.

 

Conseguirá alguém sair daquele edifício com vida ou, no final, não escapará ninguém? Deixariam alguém que passou por aquela claustrofobia e pesadelo, sobreviver para contar a história?

Será que aquela empresa - a Belko - não passa de uma fachada para algo mais macabro que está a ser levado a cabo pelo governo, e que os funcionários não passam de cobaias?

 

Um filme em que veremos, apesar de tudo, pessoas com carácter, entre as quais destaco a postura do segurança, bem como o pior do ser humano que, no fim, só se quer salvar. É cada um por si.

É matar, ou morrer!

 

 

 

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