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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Fomos ao cinema ver "The Nun"

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Assim que soube que iria estrear em setembro, disse à minha filha.

Ela quis logo ir ver. O meu marido também.

Aproveitámos este domingo em que estávamos todos juntos para ir ao cinema.

 

Tínhamos receio que a sessão esgotasse, mas o que vale é que as pessoas, por norma, preferem ir aos shoppings, e não tanto para aquele cinema, por isso tivemos sorte.

Não sou muito fã deste género de filme, mas tinha visto em casa o The Conjuring - A Evocação, onde aparecia Valak e, sendo este filme passado antes, fiquei curiosa.

 

O flme está bem conseguido, ainda nos pregou uns quantos sustos, e a freira é realmente aterrorizante.

 

Tanto que, durante as filmagens de algumas cenas noturnas no castelo, um morcego invadiu uma das tendas onde se encontrava Bonnie Aarons, a atriz que dá vida à temível freira, e estava caracterizada como tal, e ficou tão atordoado com a visão que precisou de auxílio de um dos membros da equipa de efeitos visuais, para conseguir sair da tenda!

 

Às tantas, não sabemos que personagens são reais, ou apenas meras visões. 

Tudo começa com o suicídio de uma freira, num convento, na Roménia.

O Vaticano envia, então, um padre e uma noviça para investigarem o ocorrido, e garantir que o local ainda é sagrado. A ajudá-los, apenas um residente local que costuma levar mantimentos ao convento.

Apesar de a situação ser grave, e de o padre e a noviça ficarem entregues à sua sorte naquele local, existem cenas caricatas e engraçadas.

 

Pessoalmente, talvez porque não acredite muito nestas coisas dos demónios, espíritos malignos e exorcismos, prefiro filmes de terror baseados em algo mais real e actual.

 

 

Quando estamos a ver um filme de terror e...

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...do nada, as luzes da tua casa começam a acender e apagar, e a televisão a ligar e desligar!

 

Confesso que esse pequeno pormenor conseguiu ser mais assustador que o próprio filme, que nos estava a dar tanto sono, que quase adormecíamos de aborrecimento.

O filme era este mesmo - It - A Coisa - e foi mesmo uma coisa sem explicação, sem pés nem cabeça, sem graça, sem terror, sem nada que chamasse a atenção. 

Scream - Estou viciada nesta série

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Há muitos anos atrás, em Lakewood, ocorreu um massacre que teve, como principais protagonistas, Brandon James e Kevin, o primeiro como suposto assassino de um grupo de jovens, e o segundo como único sobrevivente desse massacre. A causa seria a obsessão por Daisy, de quem gostava, mas que namorava com Kevin. Brandon James foi morto por policiais, e nunca ninguém soube nada sobre Daisy.

 

Anos mais tarde, após ser publicado e partilhado por um grupo de amigos, um vídeo de uma das suas colegas de turma em cenas íntimas com outra rapariga, a principal responsável por esse ataque de cyberbullying, Nina, é assassinada.

Este é apenas o início de uma onda de crimes, que vai desvendar vários segredos, dos vários protagonistas, com especial impacto nas vidas de Maggie e Emma Duval, já que o assassino afirma que Maggie esconde o seu passado da filha, e que Emma vai ter que jogar o seu jogo para evitar a morte dos amigos, e descobrir toda a verdade.

 

“A jovem Emma começa a ser perseguida por um misterioso assassino, na pacata cidade de Lakewood, e fará de tudo para descobrir sua identidade. Enquanto isso, ela terá que lidar com a descoberta de segredos do passado de sua mãe, enquanto todos os seus amigos estão sendo perseguidos pelo misterioso assassino, que diz saber de todos os seus segredos e mentiras, prometendo revelar toda a verdade para Emma quando chegar a hora do "grand finale".”

 

No final da primeira temporada é revelada a face do assassino que, depois de explicar as suas motivações, reserva ainda uma surpresa para a protagonista, que não chegará a contar.

 

 

 

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A segunda temporada começa com os sobreviventes do massacre a tentarem recompor as suas vidas e voltar à normalidade, algo que se vai revelar difícil, porque o assassino está de volta. Serão meras alucinações causadas pelo trauma que os afectou, ou seria essa a surpresa não revelada: a existência de um cúmplice, que quer agora continuar o trabalho começado, e vingar a morte do parceiro de crime?

Depressa se percebe que, tão cedo, “Os Seis de Lakewood” não vão ter paz, já que uma nova onde de crimes ocorre. Nesta segunda temporada, passamos a desconfiar até daqueles que parecem menos inofensivos, para além dos demasiado óbvios.

No fim da temporada, ficamos a conhecer o rosto do segundo assassino que, ao contrário do primeiro, acaba por ser preso e julgado pelos crimes, sendo condenado a prisão perpétua.

 

Enquanto não estreia a terceira temporada, foram gravados dois episódios especiais de Halloween, que começam com várias questões.

Alguém telefona para o assassino, com a desculpa de ser o seu advogado, e pergunta-lhe "quem te autorizou a utilizar a minha máscara?".

Mais tarde, alguém com a máscara dos assassinos liberta-o da jaula em que estava a aguardar a saída do tribunal. O assassino diz "Cumpriste a tua promessa. Agora, posso saber quem és?", A resposta não tarda: o assassino é assassinado!

 

E, para além de todas as pontas soltas e histórias mal contadas, a par com motivos pouco credíveis como motivação deste segundo assassino para cometer os crimes, fica agora em aberto a hipótese de este segundo assassino também ter um cúmplice, ou ter agido a mando de alguém. E quem será esse alguém?

Talvez as respostas se encontrem na terceira temporada...ou talvez não!

 

 

A minha filha já tinha visto esta série no ano passado, na Netflix, e andava viciada. 

No outro dia, lembrou-se de ir rever comigo, e também eu fiquei viciada.

E agora, é ver-nos a debater as mais diversas teorias sobre quem é quem, e quem está por detrás de tudo isto, não muito convencidas com a história, da forma como nos é apresentada.

 

 

 

 

O novo centro de saúde da vila está agoirado

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E as culpadas somos nós, eu e a minha filha, que todos os dias por ali passamos e assistimos à sua construção de raiz e, à falta de melhor entretimento para os 10 minutos de caminhada, nos pomos a analisar a obra, de uma perspectiva muito sinistra, quase argumento para filme de terror!

 

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A primeira coisa que salta à vista é o "precipício da morte". A determinada altura, o terreno onde se vai situar o centro de saúde sofre um corte abrupto em altitude, sendo que imediatamente em baixo existem árvores e um riacho que por ali corre. Há sempre a hipótese de enforcamento ou afogamento, ou a simples queda de um primeiro andar.

 

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A essa vala, que faz lembrar as trincheiras da guerra onde os soldados se abrigavam para se proteger e, ao mesmo tempo, facilitar o ataque ao inimigo, tal como nos recordou as valas comuns, onde os cadáveres eram enterrados em massa, chamámos de "vala dos mortos".

 

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Depois, há a "varanda do suicídio", nome dado pela minha filha a uma zona que mais parecia uma varanda do que a entrada para o centro.

 

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Do lado de fora, junto uma parte da construção, vimos uma enorme saca branca, atada, a que apelidámos de "saco dos mortos".

 

O próprio centro de saúde ficará a pouca distância do cemitério local.

 

Ainda não conseguimos visualizar o edifício, tal como aparece na fotografia. Não se consegue distinguir onde será a entrada, e como irão os carros para lá, com tão pouco espaço de terreno, até à dita vala. Também a rotunda não sabemos se ficará em pleno riacho, ou do lado inverso.

Mas conseguimos visualizar os utentes a serem assombrados por espiritos malignos, que os levarão a cometer loucuras!

E, a determinado ponto, de tanto que já agoirámos o centro de saúde, até ficamos com receio de lá entrar, não vá o diabo tecê-las!

 

Cena de terror logo pela manhã!

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Dirijo-me à sala para limpar a caixa de areia das gatas. Quando me volto, vejo uma aranha no braço do sofá, em frente a mim.

Era castanha, quase bege, gorda e com aspecto duvidoso.

Fiquei ali parada, tal como ela, a olharmos uma para a outra, olhos nos olhos (a bem da verdade, nem sequer lhe vi os olhos, mas vamos fingir que sim, para deixar aquela tensão no ar)! 

 

Enchendo-me de coragem, pego na pantufa que tinha no pé, e avanço para ela, para lhe dar uma tareia tão grande que já não se possa levantar. Ao lhe dar com a pantufa, o raio da bicha salta, e deixo de a ver. Não está na sola da pantufa. Será que tinha asas? Ou abriu o páraquedas sem eu dar por isso.

 

Mas não. Afinal, tinha caído no chão, toda enrolada. Fui num instante à cozinha buscar a pá e a vassoura, para a tirar dali. A Becas ficou a tomar conta da intrusa, que ainda esperneava quando voltei. Levou uma pisadela, e atirei-a para o meio da rua.

 

Cenas de terror logo pela manhã não são para o meu coração. Acho que tremi mais com a visão da aranha, que no outro dia, com o sismo!

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