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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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47 Metros: Medo Profundo

Cineshow

 

Estar no fundo do mar já pode ser, por si só, claustrofóbico para algumas pessoas.

Estar no fundo do mar, e preso dentro de grutas subaquáticas, sem saber como sair, e com o oxigénio a esgotar-se, ainda mais.

Se, a este cenário, acrescentarmos a ameaça de um tubarão branco, disposto a não deixar ninguém sair vivo, é um verdadeiro pesadelo.

E é caso para se sentir um Medo Profundo, como o próprio nome do filme indica.

 

Vi o primeiro filme, um pouco diferente, em que duas irmãs se viam presas numa jaula, a 47 metros de profundidade, rodeadas de tubarões, a tentar chegar à superfície com vida.

Desta vez, a história centra-se num grupo de 4 adolescentes que, sem ninguém saber, decidem mergulhar numa zona onde se encontra uma cidade maia submersa pelo mar.

 

Tendo eles anunciado este segundo filme como uma sequela do primeiro, e com as mesmas premissas, foi fácil começar a imaginar todo o desenrolar do filme, baseando-me no que tinha acontecido antes.

No entanto, apesar de quase tudo bater certo com as minhas deduções, o final deste segundo filme foi diferente, o que lhe valeu mais uns pontos, por me ter trocado as voltas.

 

Ainda assim, na minha opinião, o primeiro filme "47 Metros de Profundidade", foi mais bem conseguido, e até mesmo o final foi algo que nunca imaginaríamos, pelo que este, que agora lhe sucedeu, ficou aquém das expectativas.

 

De qualquer forma, para quem goste do género, vale a pena ver. 

Sonhos que davam filme

(este, de terror)

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Um casal sai do autocarro.

Mal este arranca, a mãe olha para trás e não vê a filha.

“Onde está a minha filha?”, pergunta, já a perceber a gravidade da situação.

O marido, padrasto da filha, que está com ela, também compreende que algo se passou.

“Só pode ter ficado no autocarro.” Afirma e, de imediato, começa a procurar onde poderão  apanhar outro autocarro, para seguir aquele, de onde acabaram de sair.

 

Era suposto estarem perto de casa, mas saíram num local que lhes é totalmente estranho, e não sabem como sair dali.

O pânico e o desespero apoderam-se deles, ainda mais, quando percebem que não têm nada consigo – nem mala, nem carteira, nem telemóvel…

O padrasto acaba por ir para um lado, tentar encontrar uma solução, e a mãe fica sozinha, a ver se descobre onde estão e qual a melhor forma de chegar onde pretendem.

 

Desesperada, a mãe tenta algo que lhe indique o caminho para casa, mas é inútil.

Nem mesmo quem ela vai encontrando na rua parece saber dizer-lhe  que caminho seguir.

Sem saber o que fazer, o que pensar e vendo-se sozinha, dá um grito. De dor, de raiva…

 

É então que encontra umas pessoas que, aparentemente, a conhecem, mas que ela não reconhece.

Provavelmente (e é a única explicação que lhe vem à mente), terá sido drogada em algum momento, para estar assim desorientada.

Ela explica-lhes a situação, e essas pessoas prontificam-se a fazer o que estiver ao seu alcance, para ajudá-la.

Levando-a dali, para a casa de um deles, que vive ali perto, uma dessas pessoas empresta-lhe então um telemóvel, para que ela possa ligar à filha, e saber onde ela estará, para a ir buscar.

 

O mais curioso é que aquele telemóvel parece ser o seu, até porque tem os mesmos contactos, gravados da mesma forma.

Mas, naquele momento, o desejo de saber da filha era tão grande, que nem se apercebeu.

 

Do outro lado, atende-lhe uma voz masculina. Era a confirmação do pior.

Alguém a tinha raptado do autocarro. Alguém que não teria boas intenções, por certo.

“O que fizeste com a minha filha? Onde é que ela está?”

“A tua filha está aqui comigo.”

“Deixa-me falar com ela. Quero saber se está bem.”

 

O homem passa o telemóvel à filha, que apenas conseguem pronunciar uns sons que o homem vai dizendo, para ela repetir.

Sem conseguir conter as lágrimas, a mãe percebe que, também a filha, foi drogada, e está totalmente vulnerável, para o que quiserem fazer com ela.

 

“Se lhe fizeres alguma coisa, dou cabo de ti, seu monstro!”, diz a mãe com uma determinação que não sabe se tem.

“Tinhas 16 horas para encontrar a tua filha, e já só restam 5. Boa sorte!”

E, assim, desliga a chamada, com a mãe a desabar, e sem saber o que fazer para salvar a sua filha.

 

É nesse momento que acordo, sem saber como o sonho termina…

Eu estou deitada na minha cama, com o meu marido ao lado, e a minha filha dorme tranquila no seu quarto.

 

Afinal, foi só um pesadelo.

Ready or Not - O Ritual

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O filme tinha uma boa premissa:

Uma família louca, com uma estranha tradição de integrar os novos membros da família através de uma sessão de jogos de tabuleiro, e com uma crença vincada de que, se não cumprirem o ritual, morrerão.

 

Grace é a noiva, que de um modo subtil é aconselhada a não levar avante o casamento. No entanto, achando que é uma daquelas coisas que todos dizem aos noivos no dia do casamento, ignora, e casa-se com o herdeiro milionário da família.

Como manda a tradição, Grace é obrigada a participar, saindo-lhe a pior de todas as cartas. Agora, ela terá que jogar às escondidas, contra toda a família.

 

Os Le Domas têm até ao nascer do dia seguinte, para a matar, evitando a maldição que poderá cair sobre eles.

Grace, por sua vez, terá até ao nascer do dia para escapar com vida a todos os membros da família, ou morrerá.

 

 

A expectativa:

Ao longo do filme, assistimos a dois irmãos com atitudes distintas.

Alex, o noivo, que agora tenta ajudar a amada a escapar à tradição da família, afastou-se dessa mesma família porque não queria fazer parte destes jogos doentios e mortais, embora compreenda porque o fazem.

Já Daniel, cumpre a sua missão, embora não concordando e, sempre que possível, deixando para os outros os actos que ele não tem por que cometer, enquanto houver quem o faça por ele. 

São várias as vezes em que achamos que Daniel vai ceder, e ajudar a cunhada Grace. Será que ele vai mesmo fazê-lo, ou os laços de sangue, e a vontade de salvar a sua própria pele falará mais alto?

E Alex, conseguirá ele resistir à sua verdadeira natureza, ao legado que a família lhe está a transmitir?

 

 

A surpresa:

Grace dá luta do início ao fim, mas é apenas uma, contra todos.

Ainda assim, o filme reserva-nos duas surpresas, uma positiva e outra negativa. 

É a prova de que nem tudo o que parece, é.

 

 

A desilusão:

Quando se chega ao fim, o final é tão absurdo que acaba por ridicularizar e descredibilizar todo o filme.

E ficamos a pensar: "uau, que treta de filme"! 

Se era para acontecer o que aconteceu, mais valia fazê-lo com garra, com realidade, com luta, não com uma fantasia ultrapassada.

Fomos ao cinema ver "The Nun"

Imagem relacionada

 

Assim que soube que iria estrear em setembro, disse à minha filha.

Ela quis logo ir ver. O meu marido também.

Aproveitámos este domingo em que estávamos todos juntos para ir ao cinema.

 

Tínhamos receio que a sessão esgotasse, mas o que vale é que as pessoas, por norma, preferem ir aos shoppings, e não tanto para aquele cinema, por isso tivemos sorte.

Não sou muito fã deste género de filme, mas tinha visto em casa o The Conjuring - A Evocação, onde aparecia Valak e, sendo este filme passado antes, fiquei curiosa.

 

O flme está bem conseguido, ainda nos pregou uns quantos sustos, e a freira é realmente aterrorizante.

 

Tanto que, durante as filmagens de algumas cenas noturnas no castelo, um morcego invadiu uma das tendas onde se encontrava Bonnie Aarons, a atriz que dá vida à temível freira, e estava caracterizada como tal, e ficou tão atordoado com a visão que precisou de auxílio de um dos membros da equipa de efeitos visuais, para conseguir sair da tenda!

 

Às tantas, não sabemos que personagens são reais, ou apenas meras visões. 

Tudo começa com o suicídio de uma freira, num convento, na Roménia.

O Vaticano envia, então, um padre e uma noviça para investigarem o ocorrido, e garantir que o local ainda é sagrado. A ajudá-los, apenas um residente local que costuma levar mantimentos ao convento.

Apesar de a situação ser grave, e de o padre e a noviça ficarem entregues à sua sorte naquele local, existem cenas caricatas e engraçadas.

 

Pessoalmente, talvez porque não acredite muito nestas coisas dos demónios, espíritos malignos e exorcismos, prefiro filmes de terror baseados em algo mais real e actual.

 

 

Quando estamos a ver um filme de terror e...

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...do nada, as luzes da tua casa começam a acender e apagar, e a televisão a ligar e desligar!

 

Confesso que esse pequeno pormenor conseguiu ser mais assustador que o próprio filme, que nos estava a dar tanto sono, que quase adormecíamos de aborrecimento.

O filme era este mesmo - It - A Coisa - e foi mesmo uma coisa sem explicação, sem pés nem cabeça, sem graça, sem terror, sem nada que chamasse a atenção.