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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Chegou ao fim a terceira temporada de The Good Doctor

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A terceira temporada da série The Good Doctor terá sido a mais extensa, com 20 episódios que, por vezes, nos chegavam a conta gotas e, igualmente, a mais emocionante, a mais diversificada, a que mais nos fez reflectir e emocionar, com os temas abordados em cada episódio.

 

Seja pelo namoro entre o Shaun e a Carly, e à sua descoberta do amor, pela sua amiga Lea, seja pela dor da perda da mãe, pela Claire, seja pela prioridade dada à carreira profissional relativamente ao amor, exemplificados pela Dra. Lim e, de certa forma, pelo Alex.

Ou pelo estigma de ter que viver numa família de génios, e ser sempre aquela que é banal, tendo que batalhar o triplo, como demonstra a Morgan, o que explica a sua constante competição, e necessidade de ser a melhor, nem que para isso tenha que recorrer a golpes baixos. Ainda que, nesta temporada, em diversas situações, ela mostre o seu lado mais brando e leal.

 

Os últimos episódios tiveram cenas bastante fortes mas, havia mesmo necessidade de "matar" o Dr. Melendez? Não poderia ser outro qualquer? Não poderia ser a Dra. Lim? Ou o Dr. Marcus?

Tinha que ser ele o sacrificado?

Depois de duas relações amorosas falhadas, e logo agora que estava tudo encaminhado para um novo romance com a Claire?

É verdade que um homem e uma mulher, colegas de trabalho, podem ser amigos, sem outros interesses, mas eu estava há muito a, como a minha filha costuma dizer "chipar" os dois.

Depois, arranjaram ali um amigo dela, para desviar as atenções, e pensei que talvez não fosse adiante.

No entanto, como se viu no último episódio, eles estavam mesmo apaixonados um pelo outro.

E, respondendo à pergunta lá de cima, acho que tinha que ser mesmo ele a morrer. Porque seria a morte dele a que causaria um maior impacto. Era, por certo, uma das personagens mais acarinhadas e preferidas do público. E, na série, todos gostavam dele. Portanto, seria o único cuja morte nos levaria às lágrimas, naquela despedida diferente mas, nem por isso, menos emotiva.

 

E chegou, assim, ao fim, a terceira temporada desta série que, segundo li, terá sido renovada para a quarta temporada, com algumas ausências do elenco desta última temporada, e mudanças no rumo das personagens que, no último episódio, por vontade própria ou por força das circustâncias, perceberam que nada será como antes.

 

Vou ficar à espera!

Sinceramente, não antevejo um bom futuro para o casalinho Shaun e Lea. Acho que ela não saberá lidar com ele, a longo prazo. Mas pode ser que me engane.

Quanto às restantes personagens, estou curiosa sobre o que irá acontecer.

Mas, neste momento, ainda estou chateada com a morte do Dr. Neil Melendez!

 

Já estreou a 2ª temporada de The Good Doctor

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Shaun continua igual a si próprio, com dificuldades em comunicar com as pessoas em geral, mas com a incrível habilidade de dizer, em determinadss ocasiões, aquilo que é preciso e chegar às pessoas de uma forma que nenhum outro médico consegue.

 

Andrews é agora o presidente do hospital. Continua arrogante, a só pensar em si próprio, em promover-se e ganhar prestígio, ainda que tenha dado alguns conselhos úteis na avaliação aos médicos do hospital.

 

Jared despede-se da série, com o seu último dia de trabalho no hospital, ao lado de Shaun, numa acção com os sem abrigo, que se vai revelar fundamental.

 

Claire mostra arrependimento ao perceber que Jared vai mesmo embora, e diz-lhe que gostava que ele ficasse, e que tudo fosse diferente, que pudesse ter uma segunda oportunidade. Mas Jared não está disposto a dar-lhe essa oportunidade, depois da forma como ela agiu com ele, e vai mesmo embora.

 

Enquanto a vida segue o seu rumo no hospital, o Dr. Glassman trava a sua luta contra o cancro, vendo-se agora dependente dos outros profissionais como, outrora, os seus pacientes dependiam de si. 

 

E Lea volta, quem sabe para retomar o romance com Shaun que, agora, mais do que nunca, tem que aprender a desenvencilhar-se sozinho, sem a ajuda de Glassman.

 

Acredito que esta temporada não terá as mesmas audiências que a primeira até porque, ao contrário da primeira, que foi publicitada em grande, só fiquei (e provavelmente outras pessoas como eu) a saber dela por mero acaso.

Mas será, sem dúvida, uma nova temporada a acompanhar, agora às terças-feiras.

Absentia x The Good Doctor

Comecei a ver estas duas séries do AXN, e o balanço que faço, até ao momento, é o seguinte:

 

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Absentia - começou bem, embora com pouca acção nos episódios seguintes, que fizeram decair a série de um 4 para um 2, até ao 8º episódio, em que voltou a subir na minha classificação, tendo terminado, no penúltimo episódio, com um merecido 5! Estou ansiosa para ver o último episódio, para ver se vale a nota máxima ou se volta a surpreender pela negativa, depois deste súbito despertar.

O que eu sinto, ao ver Absentia, talvez por serem episódios semanais e, além disso, muito "parados", é que parece não estar nada relacionado com nada, e muita informação vai ficando esquecida pelo caminho pelo que, quando se chegar ao último episódio, e a haver, de facto, uma ligação entre todas as personagens e acontecimentos, talvez tenha que rever os episódios anteriores para apanhar o fio à meada.

 

 

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The Good Doctor - estou a meio desta série, de 8 episódios, também semanal. O primeiro episódio valeu um 5, seguido do segundo e terceiro episódio com um 4. Nestes três episódios, consegui fazer várias reflexões e os temas abordados surpreenderam positivamente, tornando-a diferente de outras séries do género.

Já o quarto episódio, serviu apenas para mostrar que, por muito gratificante, bondoso e bonito de se ver, que possa ser cuidar de alguém com determinadas limitações, problemas de saúde e doenças, pode ser também muito desgastante e, por vezes, até as pessoas mais pacientes e compreensivas podem atingir, em determinadas situações, o seu limite, e passar-se, como os restantes que, muitas vezes, condenam por essa atitude. Desceu na minha classificação para um 3, e fiquei satisfeita por saber que não alongaram muito a série porque, se não derem a volta, irá continuar em queda até ao final. 

The Good Doctor - a nova série do AXN

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Quando prestei atenção ao anúncio desta série, pensei "parece ser boa".

Mas, de tanto ver anunciá-la, pensei que já tivesse começado há mais tempo e, como já estou na seguir outra, paciência, já estava mentalizada que não iria ver.

No entanto, descobri aqui que, afinal, só estreou esta semana. E, ao ler uma crítica positiva, e outra negativa, tive curiosidade em assistir ao primeiro episódio.

 

 

Talvez deva começar com o que menos gostei:

- O facto de, agora, achar que vou ver, nos próximos episódios, mais do mesmo - um cirurgião fenomenal a salvar vidas de forma que nenhum outro consegue, o que não traz nada de novo à série e, para isso, bastaria um só episódio, ou um filme em substituição. Espero que assim não seja, e que haja muito mais conteúdo ao longo da série.

 

- O facto de, de certa forma, o seu passado ter ficado explicado neste primeiro episódio, não havendo necessidade de recurso a mais flashbacks, ainda que eles venham a acontecer e revelem um pouco mais do que o agora visto.

 

- As "legendas" dos mapas do corpo humano, que Shaun visualiza e nos são dados a conhecer através da imagem - exceptuando algumas pessoas que estejam a estudar medicina, ou se interessem pela área, é algo que era desnecessário, sendo preferível ouvir a explicação dada por ele.

 

 

O que mais gostei, e mexeu com as emoções (mas receio que era mesmo esse o objectivo):

- a abordagem do bullying - embora não seja necessário um motivo específico para alguém o exercer sobre outra pessoa, aqui será pelo facto de Shaun ser diferente

- a abordagem do espectro do autismo, e como os outros lidam com alguém com essa característica, nomeadamente, a aceitação na escola, no local de trabalho, e até entre a própria família

- a amizade com o irmão, que foi pouco "explorada" - teria gostado de ver mais da sua união, cumplicidade, vida a dois

- a importância dos animais na vida das pessoas - primeiro o coelho, depois o gato (lindo, por sinal)

- da sinceridade, autenticidade, pureza e forma directa como encara as pessoas, e lhes diz exactamente aquilo que pensa, sem rodeios, nem medos

 

O que espero da série, e do protagonista:

- que não seja perfeito, que cometa também os seus erros, que nem sempre tenha razão, apesar da sua inteligência fora do normal

- que mostrem, não só o lado profissional de Shaun, mas também a sua luta diária no campo pessoal

- que transmita uma mensagem positiva e inspiradora, sem cair no habitual "cliché"

 

E, sim, vou acompanhar a série, que já programei para gravar!