Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A melhor versão de nós mesmos

Resultado de imagem para ver ao espelho

 

Será que existe?

 

Por vezes, a vida e as várias situações, contratempos, dificuldades, rotinas e problemas que dela fazem parte, levam-nos a que, aquela pessoa que um dia fomos, dê lugar a uma outra, moldada pelas circunstâncias.

 

Não tem que ser, necessariamente, mau. Mas, na maioria das vezes, também não é bom.

Algumas pessoas nem se apercebem disso, dessa mudança gradual que as vai tornando diferentes.

Outras, têm essa noção, mas uma certa habituação e conformismo, sobretudo se, do outro lado, ninguém se opuser ou se mostrar descontente com a mudança, fá-las deixar andar.

 

Só quando começam a ver a sua vida a descambar, as coisas a complicarem, as críticas e a desilusão dos outros a fazer-se sentir, percebem que, algures, ficou alguém muito diferente do que hoje são. 

Aquela versão de nós próprios que era melhor e que, hoje, nem mesmo nós gostamos dela, quanto mais os outros.

 

O problema, é que não há soluções milagrosas, se não houver vontade de procurar essa versão perdida, ou de melhorar a actual, de mudar, de ser e fazer diferente. 

Se não estamos satisfeitos com a pessoa que somos, ou com aquela em que nos transformámos, só nós poderemos melhorá-la.

Não depende de terceiros. Apenas, e exclusivamente, de nós mesmos.

 

A melhor versão de nós mesmos é aquela com a qual, acima de tudo, nos sentirmos bem, felizes, realizados, e de bem com a vida.

Pode não ser aquela que os outros querem ou esperam de nós.

Mas deve ser, sempre, aquela que queremos ou esperamos de nós próprios!

O poder e influência podem transformar a mentira em verdade?

Resultado de imagem para mentira ou verdade

 

 

 

Testemunhas de Jeová - parte 3

 

 

No seguimento da discussão entre mentira e verdade no que respeita ao que foi escrito pelos nossos antepassados, não só no que respeita à Bíblia mas também à própria História, não tendo vivido nesse tempo mas, sendo os factos relatados nos livros não temos, à partida, do que duvidar no que respeita à sua veracidade.

Aceitamos que o que está escrito é o que realmente aconteceu, a verdade.

 

 

Mas também sabemos que, muitas vezes, e quando estão em causa determinados interesses, com o poder e a influência certos, sobre as massas, é possível transformar uma mentira, numa verdade absoluta e inquestionável. Até deixar de o ser...

Da mesma forma, uma pura verdade sem qualquer apoio, depressa se esquece, se torna um mito, se torna difícil de acreditar...

Sonhos estranhos que parecem reais

Imagem relacionada

 

No outro dia tive um daqueles sonhos estranhos que, volta e meia, me visitam.

Algo estava a substituir a pessoa que sou, por qualquer outra coisa que estava a entrar dentro de mim e a transformar-me, sem que eu pudesse fazer nada para o impedir.

Senti essa coisa a entrar em mim, e acordei, com o corpo completamente dormente, sem me conseguir mexer, tal como no sonho. Só ao fim de alguns minutos percebi que ainda era eu, e o meu corpo voltou ao normal.

A Rapariga no Comboio - quando o filme é tão bom como o livro!

Imagem relacionada

 

Regra geral, filmes baseados em livros deixam sempre muito a desejar, e desiludem quem já leu a obra.

Não foi o caso deste filme!

Já li o livro há mais de um ano. Recordava-me da história, embora alguns pormenores estivessem já esquecidos. Não me importei de já saber quem era o mau da fita, mas foi engraçado ver outras pessoas ao nosso lado a tentarem adivinhar e comentar sobre isso.

O meu marido também deu os seus palpites, mas eu só lhe respondia "tens que ver o filme para saber se estás certo"! 

A Emily Blunt esteve excepcional na sua interpretação, um exemplo de como um desgosto pode transformar alguém, de onde uma pessoa pode chegar à custa do álcool mas, sobretudo, de como uma pessoa nociva e sem escrúpulos ao nosso lado nos pode manipular e deitar ainda mais abaixo, fazendo-nos acreditar que somos uma pessoa que não somos. 

A Rachel conseguiu reerguer-se e encontrar o seu caminho. E, tenho a certeza, ainda hoje está a percorrê-lo numa qualquer carruagem de comboio, imaginando não só a vida daqueles que observa pela janela, mas pensando principalmente na sua própria vida, que agora recuperou!

  • Blogs Portugal

  • BP