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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Poucos são aqueles que fazem algo sem receber nada em troca

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Vivemos numa época em que a preguiça afecta grande parte da humanidade.

Ainda assim, estaríamos bem se esse fosse o único problema.

Mas não. Não é só de preguiça que sofre o Homem.

É também de ambição desmedida.

E de, egoísmo, de egocentrismo, de simplesmente, não fazer nada que não lhe dê algo em troca. Que não traga recompensas, prémios, que não seja proveitoso para si.

 

Vivemos numa época em que a humanidade, ao invés de agir por vontade, desejo e prazer, ao invés de tomar a iniciativa sem saber o que dali pode vir, apenas se move quando lhes é, como diz o ditado popular, "acenada a cenourinha".

Se souberem que, no final, terão direito a ela, ainda os coelhos saem da toca e correm atrás. Mesmo que nunca a cheguem, efectivamente, a comer, vão iludidos. Mas, se não houver cenoura, nem se mexem. Não justifica o esforço, nem a perda de tempo.

 

É triste, mas é real... 

 

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Curiosidades matemáticas sobre a idade

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Na brincadeira com a minha filha, sobre a idade que cada um de nós iria fazer, e como, trocando os números na idade, eu acabava por ficar mais nova que ela, apercebi-me desta curiosidade - por cada ano que somamos na idade correcta, aumentam dez anos, na idade trocada.

 

 

Por exemplo:

15 anos - 16 anos - 17 anos - 1 ano de diferença entre cada um

Trocando:

51 anos - 61 anos - 71 anos - 10 anos de diferença entre cada um

 

No meu caso:

40 - 41 - 42 - 43

4 - 14 - 24 - 34

 

 

E pronto, foi esta a grande descoberta de hoje.

Provavelmemente, isto já terá sido constatado por muitos, e até terá uma qualquer designação matemática, mas não deixou de ser engraçado!

Chama-me pelo primeiro nome que vier à cabeça!

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Quando andava na escola, tinha uma colega que, segundo uma professora,era parecida comigo e,por isso, trocava-nos sempre o nome, passando a chamar-me Raquel.

Uma outra professora, achou-me com cara de Milene, e volta e meia era esse nome que me chamava.

 

Outra troca inevitável que fazem a toda à hora é chamar-me Maria! É que só muda mesmo ali uma letrinha, e quando não se vê bem, todas somos Marias!

 

Uma vez, liguei para um determinado serviço, dei o meu nome e passaram-me a chamada.

Num outro dia, voltei a ligar, e perguntaram-me se o meu nome era Sara. Disse que não, que era Marta. Muito embora a minha mãe tivesse pensado nesse nome para mim, acabou por ficar Marta. Passou-me a chamada.

Uns dias depois liguei novamente, e desta vez perguntaram-me se era a Carla. Voltei a relembrar o meu nome.

 

Esta semana, fui buscar o computador que tinha ficado a arranjar. Na altura o técnico ficou com os meus dados. Liguei-lhe na véspera, dizendo quem era, para combinar a entrega do PC. No dia em que o fui buscar, tive que dar o nome e restantes dados para a ficha de cliente e factura. Disse ele que se esquecia sempre do meu nome.

Respondi-lhe que não havia problema. E contei-lhe esta troca caricata de nomes que já me tinha acontecido.

 

Quando estava a emitir a factura, diz-me "Convém guardar a factura por causa da garantia do cartão de memória, D. Carla."

Ao que eu lhe respondo, a rir: "Está a ver, eu bem digo que me trocam sempre o nome"!

 

Acho que se ele tivesse um buraco, tinha-se enfiado lá dentro, por conta deste engano :) 

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