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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Balanço de um fim de semana prolongado

E lá se foi um fim de semana prolongado, em que pouco se fez, e ainda menos se aproveitou.

Por entre compras de material escolar, arrumações e uma celebração do aniversário do meu pai diferente do habitual, com o meu sobrinho a recuperar de uma cirurgia, com o tempo a não ajudar à praia nem a grandes passeios, lá houve tempo para ver um filme, e para uma saída imprevista, que deu para desanuviar.

 

 

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Na quinta-feira, comprámos o material escolar para o novo ano lectivo, como sempre, sujeito à aprovação da D. Becas.

O resto do tempo foi aproveitado para descansar e estar com as bichanas.

 

Sexta-feira, dia de férias com o qual não estava a contar, fomos comprar as coisas que faltavam e, à tarde, tirar tudo o que era do ano passado, para colocar a jeito o que vai ser para este ano.

O mais difícil é tentar arranjar mais espaço de um lado, sem ocupar do outro, trocando o sítio das coisas, mas mantendo-as todas na mesma!

 

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Foi por entre arrumações, ao tocar sem querer na placa alisadora da minha filha, que ganhei de presente esta queimadura!

 

 

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No sábado, vimos o filme "Juntos Para Sempre 2", a continuação da história do cão Bailey, que agora terá como missão tomar conta da pequena CJ, privada de estar com os avós, por uma mãe que pouco ou nada quer saber da filha.

Até ao dia em que o destino o juntar definitivamente ao seu companheiro Ethan.

E, depois de uma cena ao género "E Se Fosse Consigo", demos um saltinho à Ericeira, onde esperámos em vão, por um fogo de artifício que chegou tarde, e acabámos por não ver.

Para finalizar, um domingo entre televisão e lides domésticas, com a promessa de uma semana de férias não muito melhor.

 

Absentia - a nova série do AXN

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Estreou esta segunda-feira a nova série do AXN - Absentia.

Vi o trailer e fiquei curiosa para ver esta série, pelo que programei para gravar.

Ontem, vi o primeiro episódio. Para quem está habituada ao ritmo de Quantico, este primeiro episódio pareceu-me um pouco parado. Ou então era eu que estava com mais sono que na noite anterior!

 

A premissa da história é esta:

"Durante a perseguição a um assassino em série, uma agente do FBI desaparece e é dada como morta, deixando um marido e um filho de 3 anos. Para surpresa de todos, aparece seis anos depois, sem ser capaz de recordar nada sobre o seu rapto e o que lhe aconteceu depois. Na nova realidade que se lhe depara, tem de aceitar que o seu marido já se encontra com outra mulher e que o seu filho não a conhece.  Além disso, uma nova série de assassinatos faz com que os seus colegas pensem que é ela a autora."

 

Sabemos que um homem, que se julga ser o serial killer, foi considerado culpado pela morte de Emily. 

Seis anos depois, o marido, Nick, recebe uma chamada que julga ser desse homem, a indicar-lhe onde está a mulher, e o que tem que fazer para a salvar.

E é assim que Emily é encontrada, trancada dentro de um tanque cheio de água, prestes a afogar-se.

O seu regresso vai revolucionar a vida de todos, sobretudo, a sua família, que entretanto perdeu.

 

 

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As questões que mais me impressionaram neste episódio tiveram mesmo a ver com isso.

Como é que um marido, que julgava a mulher morta, e refez a sua vida casando-se e dando uma nova mãe ao seu filho, deve agir agora, com a actual mulher, e com a anterior que, afinal, está viva e é a verdadeira mãe do pequeno Flynn?

 

Como é que um miúdo de 9 anos que, quando a mãe desapareceu, tinha apenas 3 e não tem qualquer recordação da mãe, deve encarar agora uma mulher completamente estranha, e tratá-la como mãe, quando a única mãe que ele conhece é a actual mulher do pai, que o criou?

 

Como é que uma mulher, desaparecida durante 6 anos e, ao que tudo indica, sujeita a todo o tipo de torturas, encara agora esta libertação, sabendo que tudo o que tinha está definitivamente perdido - a sua vida, a sua família, até a sua carreira?  

 

Mas há mais problemas a caminho. Aparece mais um corpo com a marca do assassino, e percebem que não pode ser Conrad, que está preso, pelo que, pelas pistas resultantes do tratamento de Emily, chegam até um suspeito de um caso que ela teve. Só que, afinal, o corpo encontrado é dele, e o ADN encontrado no seu corpo, é da própria Emily!

 

No final deste primeiro episódio, começa-se a suspeitar que ela poderá não ser uma vítima, mas sim a assassina. E ela terá que provar que não o é, e descobrir quem está por detrás dos crimes e do seu rapto.

 

 

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A série é de 10 episódios, tendo ido para o ar, na segunda-feira, os dois primeiros episódios (falta-me ver o segundo). Se tivesse que dar um palpite, no escuro, sobre quem seria o responsável, escolheria Jack, o irmão adoptivo de Emily, um médico que depois do desaparecimento da irmã começou a beber e perdeu a licença para exercer medicina.   

 

Aguardam-se os próximos episódios, que talvez me façam mudar de opinião!

 

 

O tendencionismo dos programas de TV

 

A propósito do programa Masterchef Júnior, li na capa de uma revista que a família do concorrente Gonçalo está revoltada com o programa.

Não admira! Depois de terem passado aquelas imagens das atitudes do filho para milhões de pessoas verem, é normal que não tenham gostado até porque, neste momento, estão todas as armas apontadas para o miúdo, as críticas não se fizeram esperar, e ele está a ficar conhecido pelas piores razões.

A primeira coisa que me veio à mente, quando li estas palavras, foi "não deveria antes estar revoltada com as atitudes do próprio filho?".

 

Mas a questão, se bem aprofundada, vai muito além de uma atitude egoísta e baixa de um miúdo.

 

 

A verdade é que a televisão "vende-nos" aquilo que ela própria quer, e lhes convém, independentemente de tudo o resto.

Li no blog no Manuel Luís Goucha que, para se gravar um episódio, são precisas cerca de 12 horas, distribuídas pelo fim de semana. Depois, existe alguém que faz uma selecção, edição de imagens e compacta o que acha mais relevante, para transmitir numa hora e meia de programa.

 

Ora, no primeiro programa, propositadamente ou não, deram destaque ao Pedro Jorge, que desde logo conquistou o carinho da maioria dos telespectadores que assistiram à estreia. E, mesmo sem saber se chegará à final, tornaram-no uma pequena estrela.

Já no segundo programa, mais uma vez, não sei se propositadamente ou não, resolveram dar a conhecer o(s) vilão(ões), a competição desleal entre concorrentes, e centrar todos os holofotes no Gonçalo mostrando, continuamente, cenas onde o mesmo não agiu da melhor forma com os colegas, e mostrou uma faceta que não abona nada a seu favor.

 

 

 

Agora pergunto eu: Porquê? Para quê? Qual era o objectivo? Pôr toda a gente a criticá-lo, a persegui-lo, a discriminá-lo, a insultá-lo? Quem sabe até, a ameaçá-lo?

É que se, ao menos, essa exibição tivesse vindo acompanhada de uma conversa dos chef's com o rapaz sobre a sua atitude, de uma penalização pelo seu comportamento a título de exemplo de que não vale tudo numa competição que se quer saudável...Mas não. Ou, pelo menos, não passaram essa ideia.

Então, não teria sido preferível evitar que essas imagens chegassem até nós? E resolver a questão fora do grande ecrã?

Terão os responsáveis pelo programa alguma noção das consequências que a exibição destas imagens pode trazer à vida da criança em causa e da sua família?

É certo que as crianças, quando aceitam participar neste tipo de programas, sabem que se estão a expôr, para o bem e para o mal, e aceitam todos os termos do contrato. E os pais, se concordaram com a participação, também estão cientes do que ela implica.

Também é certo que a primeira pessoa a evitar que isto acontecesse deveria ser o próprio concorrente, sabendo que estava a ser filmado e que as imagens poderiam chegar a mais gente.

 

Mas, haveria mesmo necessidade de fazê-lo desta forma? Ou foi pura estratégia para prender os telespectadores ao programa, primeiro através da imagem do engraçadinho e bom rapaz que a todos faz rir, e agora através da imagem do vilão sem escrúpulos?

Não será, esta forma de agir, uma forma de discriminação e bullying? Não haverá um certo tendenciosismo nestes programas de televisão?

Blogmas - Dia 14 - Programas de TV

Durante esta época natalícia, existem alguns programas de TV que já são típicos, uns mais antigos, outros que se mantêm:

 

Programas:

Natal dos Hospitais (sobre este assunto falarei melhor num outro post)

Bravo Bravíssimo - costumava passar na noite da consoada e era um programa para toda a família ver

Circo de Montecarlo

 

Filmes:

ET

Sozinho em Casa

Filmes de animação para as crianças

Um Conto de Natal

 

E vocês, o que costumavam ou costumam ver na televisão nesta época?

 

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