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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Os ciúmes e as inimizades dentro das amizades

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É mau.

É lixado.

Pode ser difícil de gerir.

Pode gerar mal estar e, em último caso, arruinar a amizade.

 

 

A "I" tem uma amiga "I", uma "B", e uma "S".

A amiga "I" tem ciúmes da amizade entre "I" e "S".

A amiga "I" não gosta da amiga "B".

E a "I", está no meio, a tentar lidar com isso, porque todas elas são suas amigas!

 

Alguém já se viu numa situação semelhante?

 

 

Por vezes, chegam amigos novos à nossa vida, mas não significa que os mais antigos tenham perdido o valor ou a importância que tinham, nem o lugar na nossa vida.

Os nossos amigos não têm que ser todos iguais.

Cada um deles, complementa, acrescenta, e traz algo diferente à amizade, com a sua própria personalidade e forma de ser.

Gostamos deles, precisamente, por essas mesmas diferenças. 

E, por isso mesmo, não há razões para ciúmes, porque cada uma tem o seu próprio valor.

 

 

Claro que não podemos obrigar as nossas amigas a gostarem, entre si, umas das outras, ou tão pouco a se tornarem amigas.

Mas, da mesma forma, nenhuma delas tem o direito de interferir na nossa amizade com uma ou com outra, só porque não se dão bem.

 

 

A melhor forma possível de lidar com isso é estarem juntas em momentos diferentes, em situações diferentes. No entanto, naquelas ocasiões em que é inevitável estarem todas juntas, é fundamental dividir a atenção e a disponibilidade, por todas e interagir, na mesma medida, com todas. 

 

 

Os problemas ou motivos para não se darem bem ou não se querem relacionar só elas saberão, e é algo que só elas deverão resolver entre si.

Meter-nos no meio, com ciúmes, chantagens, cobranças ou ultimatos, nunca trará bons resultados para ninguém.

 

 

 

 

 

Coco: o filme de animação deste Natal

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Já tinha lido algumas críticas positivas relativamente a este filme, por isso, esta semana, fomos ao cinema vê-lo.

O meu marido não tinha achado o trailer animador. A minha filha preferiu este a outros e, como era o que mais se ajustava aos nossos horários, acabou por ser o escolhido.

Entrámos sem expectativas. Saímos de lá satisfeitos com a escolha!

 

É um filme que fala, essencialmente, sobre a família e a importância e valor que ela tem, ou não, para cada um de nós.

E sobre sonhos! Sobre como devemos sempre seguir os nossos sonhos, independentemente do que os outros possam querer ou desejar para nós, ou de quem nos queira impedir de os seguir.

Não temos que viver a vida dos nossos antepassados, nem reger-nos pelo que possa ter acontecido a eles, para determinar o nosso futuro.

 

Por vezes, a tradição entranha-se de tal forma que se torna difícil ver para além dela. Ver que os descendentes podem não querer perpetuar essa tradição, por terem outra igualmente válida em mente. E, outras vezes, nem sempre a tradição é má, e pode até ser o elo que nos liga a todos enquanto família, e nos torna mais fortes.

 

Independentemente do que a nossa família possa pensar, e dos limites que nos tente impôr, mesmo não sendo o mais acertado, só o fazem para nos proteger. E, aconteça o que acontecer, mais cedo ou mais tarde, a verdadeira família irá sempre apoiar as nossas decisões, e desculpar as nossas loucuras!

 

Para não desvendar já a história do filme, adianto apenas que, a meio da mesma, houve uma reviravolta que não estava, de todo, à espera!

E sim, saímos de lá de lágrimas nos olhos!

O que vale mais para um escritor?

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Vender o seu livro e tentar reaver o seu investimento, mesmo sabendo que o livro nunca será lido e que lhe espera um lugar numa qualquer prateleira, juntamente com tantos outros, que por lá permanecerão eternamente?

 

Ou esperar o tempo que for preciso, mas ter a certeza que está a vender a alguém que irá ler o seu livro, seja porque gosta do género, por curiosidade, ou amabilidade para com o autor do mesmo?

 

E quando as vendas revertem para causas sociais?

É legítimo colocar entraves, ou abdicar dessa ajuda, só porque o livro não terá um destino digno?

Arte com ovos

Nestas peças que aqui vêem, segundo o artista, foram dispendidas muitas horas de trabalho.

E quem dá valor, paga uma pequena fortuna por elas.

 

Esculpir ovos não deve ser,por certo, uma tarefa fácil. 

 

Domingos Amaro, nascido em Moçambique em 1961, é apaixonado pela natureza e pela arte. Estudou Belas Artes mas, ainda assim, considera-se um autodidacta. É para as peças que transpõe, de alma e coração, toda a sua criatividade.

Ao longo dos anos participou em várias exposições, individuais e colectivas, tanto com trabalhos de escultura, como também de pintura.
 
 

 

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

 

Alguém imagina que ovos são estes?!

 

Imagens Ovarte

Para verem todas as obras, espreitem a página do artista: https://www.facebook.com/ninoovarte/

 

Todos precisamos uns dos outros!

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No outro dia, conversava com o meu marido sobre o sentimento de superioridade de boa parte dos licenciados, que se acham mais que os outros só porque andaram numa universidade a estudar não sei quantos anos, e têm agora o título de Dr.

Mas, o que lhes dá esse direito de acharem que, por esse motivo, são mais que os outros? O que são eles a mais que eu, ou que o "zé da esquina"?

Todos precisamos uns dos outros, todos temos a nossa missão, e todos contribuímos com aquilo que melhor sabemos.

E até os "doutores" precisam do homem do lixo, da empregada do supermercado, do eletricista, do canalizador, e por aí fora. Porque sem estas pessoas, e muitas outras, de nada lhes serviria ser "doutor".

O pior, é que esta mania da superioridade está a alastra-se até mesmo àqueles que ainda nem o curso terminaram, ou nem sequer começaram! E a muitos funcionários que, não sendo licenciados, mas tendo cargos administrativos, acham que são mais importantes que o porteiro, a cozinheira, a mulher da limpeza ou o segurança da empresa.

Se querem tirar uma licenciatura, mestrado ou doutoramento, façam-no porque é algo que realmente gostam, e porque sentem que será útil para essas pessoas e para a sociedade. Não pelo simples facto de isso equivaler a um título, e por acharem que isso significa ter direito a tratamento especial.

A sociedade precisa menos de "doutores" e afins que se gabem daquilo que estudaram, daquilo que ganham, dos títulos que adquiriram, e mais de profissionalismo, atitude, ou seja, menos conversa e mais acção.

Porque o melhor profissional, seja em que área for, não é aquele que apenas fala e se gaba, esperando o reconhecimento de todos à sua volta, é aquele que age de imediato, sem esperar nada em troca!

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