Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A importância de nos focarmos naquilo que ganhamos

(e não naquilo que perdemos)

efficient-social-media-services.jpg

 

Ao longo da vida, vamos ganhando e perdendo.

Faz parte.

Não podemos ganhar tudo. Não podemos ganhar sempre.

 

Mas o que é, para nós, ganhar?

Será obter aquilo que nos espera no final? Na meta?

Será a concretização do objectivo?

Será a "taça"? A "medalha"?

 

Quem o consegue, até pode ganhar alguma coisa, mas não é o único vencedor. Nem é a única coisa que vence.

Também aqueles que não conseguem chegar ao final, conquistar o "prémio", concretizar o objectivo, e ficam pelo caminho, podem ser vencedores. E, por vezes, ganham até mais. Não aquilo que esperavam, ou pelo qual lutavam, mas outras tantas coisas, inesperadas, mas bem vindas.

Porque há muito que se vai ganhando pelo caminho. 

Ainda que continuemos a pensar naquilo que perdemos.

 

O que é um erro.

O importante não é focarmo-nos naquilo que perdemos, mas antes naquilo que já ganhámos, e podemos vir a ganhar.

Não importa o que foi, o que podia ter sido, o que deixou de ser.

Importa o que é, e pode ainda vir a ser, e isso só depende de nós.

A final do The Voice Kids e a homenagem à Catarina Furtado

175068781_4492358407445114_2410614315870720542_n.j

 

No fim de semana decorreu, entre sábado e domingo, a grande final do The Voice Kids.

 

No sábado, foram escolhidos 5 finalistas, de entre os 8 em competição.

Uma escolha difícil, dado o talento de todos aqueles jovens.

Muitas vezes, no programa dos adultos, olhamos para os finalistas e pensamos: cantam bem, mas não está ali "a voz".

Neste, das crianças/ adolescentes, olhamos e pensamos: tanta "voz" que há por aqui. Tantos que podiam ser dignos vencedores.

E foi a meio desta gala, que aconteceu um dos momentos emocionantes da noite e que, por mais que queiramos, não conseguimos evitar deitar umas lágrimas que, do lado de lá, era necessário conter - a homenagem da Carolina e da Marisa à apresentadora Catarina Furtado!

 

 

 

O que dizer da Catarina?

Sim, ela tem momentos em que exagera na histeria.

Sim, ela está sempre a interromper quando os mentores falam.

Sim, ela tem algumas saídas um pouco infelizes de vez em quando.

Mas também é verdade que ela está ali de coração.

Que acompanha aqueles jovens desde o início, sofre com eles e por eles, alegra-se com eles e e por eles, incentiva-os, anima-os, valoriza-os.

Que há uma grande cumplicidade entre ela e os mentores.

Que é uma apresentadora que se coloca, de certa forma, ao nível dos concorrentes. 

Que é carinhosa, amiga, confidente.

E que, para lá dos programas de televisão, a Catarina é uma grande mulher.

Uma mulher de causas, sem que isso a faça andar a pavonear-se ou a mostrar-se mais do que o necessário, para ajudar quem realmente precisa.

Uma mulher consciente do seu valor, das suas missões. 

Uma filha. Uma mãe.

E, como o título da música diz, a Catarina é linda.

Foi uma homenagem merecida!

 

 

Quanto à final, propriamente dita, ganhou, como já se esperava, o Simão.

Curiosamente, nas duas últimas edições, venceram concorrentes que, na fase das batalhas, foram eliminados pelos mentores iniciais, e salvos por outros mentores que, assim, garantiram a vitória.

Tinha acontecido com o Luís Trigacheiro, inicialmente da equipa do Zambujo, e agora com o Simão, que era da equipa do Carlão.

 

Se era o meu preferido? 

No seu género, ele não deixa de ter um vozeirão, para os seus 13 anos.

A Rosa Antunes, por exemplo, que não chegou a domingo, tinha um timbre característico, e era uma possível vencedora.

A Rita também tem um enorme potencial, tal como a Maria Inês.

O Nuno Siqueira, não o tendo ouvido noutras fases, conquistou-me com a sua voz no tema do Lewis Capaldi.

Por isso, como disse a Carolina Deslandes, importa mais o que façam daqui para a frente, a ajuda que possam ter para lhes dar o impulso, e a sua vontade e garra para trabalhar, aproveitando as oportunidades que surgirem.

 

Parabéns a todos, por elevarem a fasquia dessa forma!

 

 

Imagem: The Voice Portugal

 

 

 

Por vezes, conversar é como caminhar sobre um campo minado

Imagem relacionada

 

“Ela queria discutir com todas as forças, mas isso roubar-lhe-ia ainda mais energia.

Para o caso de não te teres apercebido, estou cansada. Teria gastado mais tempo a discutir contigo, do que a que tenho para gastar.”, do romance “Não É Bem Meu”.

 

 

Por vezes, estamos tão cansados que se torna difícil manter uma conversa com alguém, sobretudo quando meras conversas banais, tendem a tornar-se verdadeiras batalhas pela defesa de cada um dos pontos de vista.

Nem sempre é preciso levar uma conversa ao limite, espremê-la até se conseguir tirar o sumo todo, debater o assunto como se a nossa vida dependesse disso. Há conversas que, pelo contrário, devem ser leves, descontraídas.

E nem sempre uma opinião diferente significa contrariar o que o outro diz ou pensa. São apenas opiniões, cada um é livre de ter a sua. Não precisamos de enveredar por um "braço de ferro", em que só pode haver um vencedor, e um vencido.

 

Quando se começa a dissecar cada conversa que se tem, perdemos a vontade de conversar, porque isso exige-nos uma energia que não temos para gastar, um esforço que não temos vontade de empreender, em algo que não faz sentido.

Assim, deixamos de conversar, de nos manifestar, de dar opiniões, optando pelo silêncio, ou pela concordância com o que a outra parte diz. 

 

Por outro lado, quando se entra por esse caminho, o que acontece é que nos sentimos a caminhar sobre um campo minado. Sabemos que temos que ter cuidado onde pisamos, que a caminhada até pode decorrer sem incidentes mas que, qualquer passo em falso, pode fazer explodir uma mina e atingir-nos. Qualquer frase ou palavra pode tornar-se uma armadilha a ser usada contra nós. 

Como tal, deixamos de querer entrar em qualquer campo que seja, preferindo ficar quietos, para não correr perigo de activar o explosivo.

 

 

 

 

 

O melhor pastel de nata é o da Ericeira!

Foto de O Pãozinho das Marias.

 

O Pãozinho das Marias venceu o concurso do melhor pastel de nata de Lisboa!

Naquela que é a segunda participação nesta competição, o pasteleiro Francisco Duarte venceu a 9ª edição do concurso "O Melhor Pastel de Nata", inserido no festival Peixe em Lisboa, a decorrer até domingo, no Pavilhão Carlos Lopes.

Na edição 2017 do concurso participaram 26 estabelecimentos com fabrico próprio da região da Grande Lisboa. Houve duas provas de pré-seleção, antes de se decidir os 12 finalistas que estiveram em concurso nesta quarta-feira. Para além da pastelaria O Pãozinho das Marias, estava também entre os finalistas a pastelaria Pólo Norte, de Mafra.

O júri foi composto por Virgílio Gomes, pelo enólogo Domingos Soares Franco, a jornalista Cristina Liz, a blogger Isabel Zibaia Rafael e o especialista em doces Carlos Braz Lopes.

Os critérios de seleção foram o aspeto, o toque da massa, o sabor e consistência da massa e do recheio.

 

Foto de O Pãozinho das Marias.

 

 

Imagens O Pãozinho das Marias

A Tua Cara Não Me É Estranha - Final

Atrevo-me a dizer: estavam à espera que o programa chegasse ao fim, para darem "show"?!

Ou esta gala foi a prova de que os artistas e múscicas que calham aos concorrentes não os favorecem em nada?

 

 

Sem Título7.jpg

O David Antunes escolhe Joe Cocker, e surge irreconhecível, e irrepreensível na sua imitação, mostrando mais uma vez porque foi um dos finalistas e favoritos à vitória.

 

 

Sem Título2.jpg

Outro concorrente que também se transformou por completo e que, se eu não tivesse visto, não faria a mínima ideia de quem era, foi o Sérgio, com o seu Stevie Wonder!

 

 

Sem Título1.jpg

E o que dizer da Melânia Gomes, como Amália?! Houve momentos em que parecia que estava a ver a própria! Uma das melhores imitações da Melânia, sem dúvida.

 

 

Sem Título.jpg

Outra concorrente que deu tudo nas últimas galas, e nesta não foi diferente, foi a Marta Andrino. Desta vez, escolheu Lorde para imitar, e mostrou o que vale.

 

 

Sem Título5.jpg

Jorge Mourato escolheu David Bowie, e fez uma excelente imitação, em termos de timbre, muito parecido com o original. 

 

 

Sem Título4.jpg

Darko optou por Jeff Buckley que, confesso, nunca vi nem ouvi, mas gostei de o ver.

 

 

Sem Título3.jpg

Sem Título6.jpg

As imitações que não me convenceram mesmo foram as da Carolina Torres e da Maria Sampaio.

 

 

Sem Título8.jpg

E o vencedor foi: David Antunes!

 

 

Sem Título9.jpg

Confesso que estava à espera que a Alexandra votasse no Darko. Relativamente aos restantes jurados, imaginei que escolhessem o David, que mereceu esta vitória, não só pelo excelente trabalho, como também pela humildade com que sempre encarou este programa.

 

 

Imagens www.tvi.iol.pt/programa/a-tua-cara-nao-me-e-estranha/