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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Como se sente uma mãe...

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...ao ver a sua filha ser raptada à sua frente (a menina brincava num parque infantil com as amigas e a mãe vigiava-a da janela do apartamento), sem poder fazer nada para o impedir, e descobrir, ao fim de pouco mais de hora e meia, que a mesma foi violada e assassinada?

Até me arrepio, só de pensar.

Digam o que quiserem, chamem-me mãe galinha, exagerada, hiper protectora e o que mais se lembrarem, mas eu prefiro exagerar na segurança, do que receber uma notícia como esta.

O mais chocante

 

 

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Quase três anos decorreram desde a morte da jovem de 23 anos (devido à gravidade dos ferimentos), violada por seis homens, dentro de um autocarro, em Nova Deli, na Índia.

Agora, o motorista do autocarro Mukesh Singh, que se encontra no corredor da morte faz, em entrevista para a BBC, chocantes declarações, sem revelar qualquer remorso.

Afirma Singh que “Quando uma rapariga está a ser violada, ela não deve resistir. Deve ficar caladinha e permitir a violação” e que “A vida dela não tinha qualquer valor”.

Para Singh, a mulher é a única responsável pela violação. E a tortura a que foi sujeita uma espécie de castigo.

No entanto, mais que as declarações deste assassino, e mais que essa cultura existente na Índia, que permite actos destes e os deixa passar, muitas vezes, impunes, sem nada ou pouco fazer, o que é mais chocante é que, em pleno século XXI, e em países ditos civilizados, com uma cultura e leis totalmente diferentes, o pensamento de certos homens para justificarem as violações e atrocidades que cometem contra as mulheres, seja precisamente o mesmo! 

 

 

Fez-se justiça na Índia

Índia: Justiça confirma pena de morte para autores de violação colectiva

O Tribunal Superior de Nova Déli confirmou a pena de morte para os quatro homens, condenados por violar e assassinar uma jovem estudante na capital indiana em 2012.

O tribunal corroborou a sentença, dada em Setembro por um tribunal do sul de Nova Déli, de que a violação mortal se enquadra na categoria de «caso extraordinário entre os extraordinários».

Só nestes casos a aplicação da pena de morte é aplicada aos condenados por crimes de especial virulência na Índia, onde após sete anos sem execuções a presidência do país suspendeu, em 2011, aquela prerrogativa.

Os quatro condenados tinham apelado à instância superior argumentando que tinham sido falsamente implicados na violação.

Um quinto envolvido no caso (suposto líder do grupo), ter-se-á suicidado, há um ano na prisão. O sexto, considerado pela polícia como o mais violento, era menor de idade e por isso foi condenado a três anos de prisão num instituto correccional.

A jovem vítima, uma estudante de fisioterapia de 23 anos, voltava para casa em Dezembro de 2012 com um amigo, após ver um filme num cinema de Nova Déli, e foi violada e torturada por seis homens dentro do autocarro. A jovem morreu 13 dias depois num hospital de Singapura, na sequência dos graves ferimentos sofridos.

A agressão à estudante provocou uma onda de grandes protestos na Índia, e levantou um profundo debate sobre a discriminação e violência contra as mulheres.

 

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