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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Visita inesperada à Unidade de Saúde Mafra Norte

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Foi inaugurada no dia do município, a 30 de maio deste ano, depois de mais de um ano de obras, e uns últimos meses caóticos para quem por aquela zona tinha que passar.

Ao que parece, nos primeiros dias de funcionamento, não tinham linhas telefónicas. Diz quem tentou ligar para lá.

 

 

As minhas últimas consultas, já este ano, ainda foram no Centro de Saúde antigo, pelo que tão depressa não contava aparecer no novo.

Mas acabei por ter que lá ir mais cedo do que esperava.

 

 

À chegada, uma segurança mulher - uma novidade, portanto.

O que salta logo à vista são as duas máquinas, os dois postos de atendimento, e as duas salas de espera em lados opostos.

Para a consulta que eu pretendia, indicaram-me o lado esquerdo que, penso eu, corresponde à antiga Unidade de Saúde Familiar ANDREAS. Não percebi para que consultas serve o lado direito, apelidado de Unidade D. João V.

 

 

A sala de espera é bastante iluminada e com capacidade para bastantes utentes.

A chamar as respectivas senhas, estava uma única pessoa, para todos os assuntos. Só já quase na minha vez de ser chamada é que apareceu uma outra funcionária, mas não sei se seria para ajudar ou substituir.

Consegui consulta, em parte porque a funcionária foi simpática, compreensiva e flexível, para esse dia, depois das 19 horas.

 

 

Chegada à hora marcada, confirmei a consulta e esperei a nossa vez. Vi por lá médicos e pessoal novo, para além dos habituais.

Fiquei curiosa para saber para que serve o Módulo Complementar, que ficava ali naquela zona. Será para outro tipo de consultas de especialidade? Para quem não tem médico de família?

Fomos chamadas para o gabinete médico, com algum tempo de atraso, como já era habitual.

 

 

A médica pediu-nos para entrar e esperar um pouco, que já ia.

Atendeu-nos. Examinou. Pediu colheita de urina e, enquanto isso, ia atendendo outro utente.

Lá nos deu o material.

Achei que deveriam ter uma casa de banho para esse efeito junto dos gabinetes, e não termos que utilizar a geral, passando pelos utentes em espera com a dita colheita na mão!

 

 

Voltámos ao gabinete de enfermagem, para a enfermeira analisar. Deu-nos um papelinho com a leitura, e pediu-nos para esperar num banquinho existente no corredor dos gabinetes. 

A médica, passado pouco tempo, chamou-nos. Mandou-nos entrar e pediu para esperarmos. Foi falar com outra médica.

Voltou ao gabinete. Foi interrompida pela médica, que veio tirar dúvidas sobre o caso da utente que estava a atender.

Finalmente, passou a receita e viemos embora.

 

 

Até está bonzinho o novo Centro de Saúde.

Agora, bom mesmo, seria abrirem por ali uma farmácia, para evitar estar a dois passos de casa, e ter que percorrer toda a vila para comprar os medicamentos.

Dava bem mais jeito que o Snack Bar que abriu no mesmo dia!

A minha primeira visita ao Pet Festival

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Nunca lá tínhamos ido.

A convite da Miau Magazine, para participarmos num workshop sobre gatos, lá estivemos ontem.

E aproveitámos para tentar ver tudo o que conseguíssemos, apesar de o tempo ser pouco.

Como visitante, deixo aqui as minhas impressões sobre este tipo de festivais, com vantagens e desvantagens.

 

 

 

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Lado positivo:

  • é um bom local para os donos de animais ficarem a conhecer novos serviços e produtos, e/ou até fazer umas compras;
  • para quem tenha disponibilidade e paciência para ouvir as pessoas que estão a apresentar os produtos, até podem vir de lá com umas amostras grátis;
  • para quem vá com essa intenção, ou decida na hora, pode adquirir algumas espécies de animais
  • a oportunidade de ver ao vivo determinados animais que não vê no seu dia-a-dia, e até ficar a saber mais sobre essas espécies
  • os workshops ministrados no local, sobre os mais variados temas, que podem ser bastante interessantes ou úteis para quem animais de estimação

 

 

 

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Lado negativo:

  • torna-se difícil apreciar tudo como se gostaria, dada a imensidade de visitantes que acorrem ao local
  • o barulho constante dentro do espaço
  • como existem vários eventos a decorrer em simultâneo, é possível que nem sempre nos consigamos concentrar em apenas um
  • torna-se difícil ficar indiferente aos animais que por ali estão, durante sabe-se lá quanto tempo, em exposição, e falo particularmente dos gatos, que estavam dentro das suas casinhas, praticamente todos com um ar cansado, aborrecido, a dormir, murchos - definitivamente, estes festivais não são para gatos

 

 

 

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Curiosidades:

Já estava à espera de encontrar diversas espécies, como répteis, aves, batráquios, animais da quinta, e por aí fora, mas haver um espaço dedicado às formigas, nunca imaginei!

Só me lembrava da praga que tivemos aqui em casa, o ano passado. E delas, nada contra mas, quero distância!

 

 

Visita ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico

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Sábado à tarde, céu cinzento e nada para fazer.

Lembrei-me do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico, que fica aqui relativamente perto de casa. 

Fomos à visita das 18 horas, com indicação que seria um bom dia para ver os lobos, uma vez que estava fresquinho.

 

 

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Começámos com uma breve explicação sobre as espécies de lobos que existem no mundo, e que são 3: lobo vermelho, lobo da etiópia, e lobo cinzento. Este último pode dividir-se em várias subespécies, entre as quais o lobo ibérico.

Em Portugal, existe cerca de 50 lobos abaixo do rio Douro, e cerca de 250 acima do mesmo. Na Península Ibérica são cerca de 2000 os lobos ibéricos existentes.

 

 

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Os lobos vêm para o centro, vindos de cativeiros ilegais ou jardins zoológicos, por exemplo, e ficam aqui porque não têm condições de voltar ao seu habitat natural, tentando o centro recriar da melhor forma esse habitat. Um exemplo disso é o fornecimento de comida: nunca há um dia certo, nem hora certa, para lhes dar comida, porque seria também assim se tivessem que caçar. Parece que os lobos gostam muito de frango, e detestam coelho.

 

 

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No seu habitat natural, os lobos podem viver até 10 anos, embora haja dados que indiquem apenas 5 anos.

Quando protegidos nestes centros, podem viver até aos 15 anos.

Os lobos têm apenas uma ninhada por ano. Quando os lobos filhotes atingem os 2 anos, começam a procurar fêmea para formar uma nova família. Usam o uivo como forma de comunicar entre eles, ou de avisar um lobo que não pertença à alcateia que não é bem vindo. Quando se roçam no chão, podem estar a marcar o território, muitas vezes porque existe por ali um pedaço de carne, que lhe pertence.

 

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Nesta visita, conhecemos o Nogueira, a Tua, o Bolota e a Faia, entre outros.

 

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Para ficarem a conhecer todos os lobos existentes no CRLI, aqui ficam os links:

http://lobo.fc.ul.pt/

http://lobo.fc.ul.pt/?page=conteudos/programa_adopcoes

 

 

 

 

 

 

 

 

Poesia caseira II - A Tapada de Mafra

 

Trabalho de casa da minha filha - escrever um texto poético sobre a visita que fizeram à Tapada de Mafra. Com a ajuda da mãe, e umas quantas gargalhadas pelo meio, foi este o resultado:

 

Terça-feira de manhã

foi dia de passear

saltei da cama como uma rã

para logo me despachar

 

A Tapada fomos conhecer

no comboio bem sentados

e ansiosos por ver

os nossos amigos veados

 

Passámos pela falcoaria

onde estava o senhor falcão

seria uma gritaria 

se ele nos picasse a mão

 

Corujas e águias não vi

gamos também não

apenas o javali

que era bricalhão

 

De árvores rodeados

parámos para lanchar

estávamos esfomeados

depois de tudo visitar!

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