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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Não acredito, mas...

 

Já parece aquela velha frase "não acredito em bruxas, mas que as há, há"!

Neste caso, não se trata de bruxas, mas de algo que algumas pessoas classificam de fantasmas ou espíritos.

Ora, eu nunca acreditei em nada disso. Sempre considerei que, mesmo para situações estranhas, haveria necessariamente uma explicação lógica.

Portas ou janelas que batem - é o vento. Objectos que desaparecem - fomos nós que os colocámos em qualquer lado e não nos lembramos onde. Alguma coisa cai sem ninguém lhe tocar - provavelmente estava mal posta. E por aí adiante...

Quando era pequena, tinha medo do escuro, e lembro-me que isso se devia ao facto de eu estar sempre a ver passar vultos de um lado para o outro. A minha filha, nesse aspecto, puxou a mim. Diz que houve barulhos estranhos à noite e passos. A explicação lógica (ou talvez não) - são crianças, e as crianças têm imaginação muito fértil. Além disso, o medo também pode explicar essas visões e sons imaginários.

Mas, acreditem ou não, têm acontecido algumas situações para as quais eu não encontro explicação, e que me levam a pensar se existem, de facto, acontecimentos inexplicáveis.

Ontem estava deitada na cama, há uns 15 ou 20 minutos e, de repente, foi como se estivesse a assistir a uma cena comigo mesma! Senti os cobertores a levantarem, como se algo estivesse a entrar para a cama, e vi não sei bem o quê, mas era como se o meu espírito estivesse a entrar na cama para encaixar no corpo que lá estava deitado. Senti mesmo essa junção e, de repente, voltei a ser apenas eu deitada na cama, acordada e a mandar uma mensagem para o meu namorado a contar-lhe o que tinha acontecido!

O pior é que já não é a primeira vez que sinto a presença de algo no meu quarto, ao pé de mim, coisas estranhas a acontecerem quando estou deitada. No entanto, o que sinto e vejo (se é que se pode dizer que se vê), não são aqueles espíritos como nos filmes e nos relatos que tantas vezes vemos e ouvimos. É algo que eu sei que lá está, mas completamente invisível, transparente...

O mais engraçado é que, no meio de tudo isto, só depois de algum tempo é que associei espíritos a morte, ou seja, espíritos são teoricamente de pessoas que já morreram. Mas aquilo que eu sinto ou vejo, não tem que ser, necessariamente, espíritos. Pode haver qualquer outra explicação.

Talvez seja mesmo só o cansaço a dar sinais... Talvez sejam apenas sonhos que se confundem com realidade...

Como diria a D. Milu - Mistério...

 

   

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