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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Uma Mãe Perfeita, de Aimee Molloy

Resultado de imagem para uma mãe perfeita

 

 

Não existem mães perfeitas. É um mito.

Mas isso não significa que sejam más mães.

A maternidade mexe com cada mãe de uma forma diferente. Umas de forma mais suave, sem grandes complicações. Outras de forma intensa, e com consequências mais graves, dependendo da forma como esse estado as afecta psicologicamente, para além de toda a pressão existente ao seu redor.

A pressão para se ser mãe exemplar, para não falhar, para ser um exemplo, para não desapontar, para ser capaz de dar conta do recado como se fosse tudo muito simples, para se ser, ao mesmo tempo, mãe, mulher e trabalhadora, para estar sempre apresentável e impecável, e por aí fora.

Ser mãe pode ser simples, mas também pode ser difícil. E não é vergonha pedir ajuda, seja ela do pai, dos avós, de familiares, ou optar por amas ou creches a partir do momento em que termina a licença de maternidade.

 

 

Há quem dê tudo para ser mãe. Há quem o seja de forma inesperada, mas dê o melhor de si. Há quem tenha mais dificuldades em aceitar essa nova etapa da vida.

Há quem queira muito ser mãe, e lhe seja negado esse privilégio. E há quem o tenha, e faça tudo para dar cabo dele.


Este thriller mostra um pouco de tudo isto.

E somos, de tal forma, enredados pela narrativa, que a autora nos direcciona num sentido, numa espécie de ilusão de ótica quando, desde o início, esse sentido estava errado, e o acertado estava mesmo ali ao lado!

Nem tudo é o que parece, e nem sempre as mães que aparentam lidar com a maternidade na perfeição, são as mais inofensivas. Da mesma forma, nem sempre aquelas mães, e pais, com segredos escondidos e pedras no sapato são culpadas.

 

 

"Uma Mãe Perfeita" mostra como é fácil condenar os comportamentos de uma mãe em praça pública, quando é óbvio que uma mulher, por ser mãe, não deixa de ser mulher e de ter direitos. A maternidade é um estado a ser vivido por cada mãe, e não pelo que dita a sociedade em que está inserida.

 

 

Sinopse:

"Quatro amigas encontram-se num jardim em Brooklyn, Nova Iorque. São mães há pouco tempo e debatem-se com as exigências das suas novas vidas. Colette é escritora e sonha em dedicar mais tempo à família. Nell é especialista em cibersegurança e quer fugir a um passado sombrio. Francie pretende ser mãe a tempo inteiro e, assim, expiar segredos antigos. E Winnie, atriz famosa…

Winnie quer apenas o filho de volta.

É que alguém aproveitou a única noite em que as amigas saíram sem as crianças para raptar o pequeno Midas. E agora que a investigação policial parece ter chegado a um impasse, Nell, Colette e Francie unem-se, determinadas a encontrá-lo… mesmo que tenham de agir a coberto das sombras. 

Colette está a escrever um livro que lhe dá acesso a ficheiros policiais confidenciais.
Nell utiliza os seus dons de hacker para invadir sites privados.
Francie assiste a um talk-show sensacionalista que ninguém admite ver mas que segue obsessivamente o caso e transforma o rumo das vidas de todas.
E há ainda um pai. Um enigmático e afetuoso pai…"

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