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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

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Uma Páscoa trovejada

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Nunca tive nada contra a trovoada, até ter apanhado um valente susto.

Depois disso, prefiro vê-la/ ouvi-la longe.

Mas, desde que me lembro, a trovoada por aqui começava por se ouvir ao longe e, depois, ia-se aproximando, até estar bem perto de nós.

E costumava demorar algum tempo: meia hora, uma hora, às vezes mais.

 

No entanto, como já nada é como era antes, também a trovoada não é diferente.

Por isso, na semana da Páscoa, ela lembrou-se de aparecer de forma abrupta, inesperada, e "a matar"!

A meio da semana, hora de almoço, relâmpago enorme, do qual ainda uma pessoa não se tinha refeito quando, milésimos de segundo depois, soa um trovão que parecia que estava mesmo a rebentar em cima de casa, e os vidros da janela a estilhaçar-se (felizmente ficaram intactos).

Uma chuva forte logo em seguida, e a trovoada doi à vida dela, para outras bandas.

 

Depois disso, sexta, sábado e domingo, de madrugada, novamente a mesma cena.

Acorda uma pessoa assustada, sem preparação, sem pré-aviso, com um trovão enorme a ribombar como se o mundo fosse acabar, seguido de mais um ou dois, mas fracos, chuva, vento forte e, passados 10 minutos, tudo outra vez calmo, como se nem tivesse acontecido.

Não fosse o nosso coração ainda estar acelerado, do susto, e as gatas sem saber onde se enfiar, com medo.

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